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Fundação Portuguesa do Pulmão criada para ajudar no combate às doenças respiratórias

Edição de 21.10.2009 | Sociedade
A Fundação Portuguesa do Pulmão (FPP) encontra-se em fase de formalização como associação legalmente constituída e em 26 de Outubro decide em assembleia-geral a composição dos seus órgãos sociais. A entidade, que terá um conjunto de profissionais representados em Santarém, tem como principais objectivos prevenir, sensibilizar e actuar junto dos pacientes, profissionais do sector e população em geral sobre a repercussão social das doenças respiratórias, as suas causas de morbilidade, incapacidade de longa duração e mortalidade. Fazem ainda parte desses objectivos a promoção da saúde respiratória, da prevenção das doenças, com o esclarecimento sobre questões de higiene individual e colectiva, a criação de iniciativas de apoio em sessões de esclarecimento e debates e a promoção de hábitos de saúde saudáveis.O mote da criação da FPP resulta também da perda de qualidade de vida dos pacientes que padecem de patologias respiratórias mais conhecidas - asma brônquica, doença pulmonar obstrutiva crónica, rinite alérgica, tuberculose, cancro do pulmão e doenças profissionais respiratórias. E do muito que se pode fazer para obstar a essas situações.Em Santarém os médicos José Miguel Carvalho e João Roque, um enfermeiro e um administrativo dão os primeiros passos para consolidar o projecto da FPP num âmbito mais regional. Trabalho de alerta e sensibilização que os médicos já realizam individualmente. José Miguel Carvalho justifica que com a FPP, haverá uma intervenção mais organizada e mobilizadora junto do público-alvo em diferentes iniciativas, mas sem criar alarmismos. “A prevalência de asma brônquica, da doença pulmonar obstrutiva crónica e das restantes patologias da função respiratória abrangem cinco a seis por cento da população, o que é menos do que alguns números alarmistas que algumas vezes são lançados para o público”, sustenta.

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