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Tapumes no centro do Cartaxo serviram para “mostrar obra” que ainda não se iniciou

Edição de 05.11.2009 | Sociedade
O vereador da CDU na Câmara do Cartaxo, Mário Júlio Reis, não perdeu oportunidade de, na primeira reunião do mandato, saber o que se passa com obras no concelho que não avançam. “Seria bom saber por que motivo pararam ainda antes das eleições obras que estariam em andamento, como a estrada de Santana, o parque central, a requalificação da Ribeira do Cartaxo, o Casal Branco e o saneamento básico”, exemplificou o vereador. Paulo Caldas diz que as obras são todas para cumprir por terem protocolos assinados, falando nos casos da esquadra da PSP, do viaduto de Santana e da nova escola EB 2/3. “Quanto ao parque central tínhamos de demonstrar ao Programa Operacional do Alentejo que a obra estava no terreno, senão não viriam de forma alguma os 2,7 milhões de euros de comparticipação”, explicou o autarca.Recorde-se que dois meses antes das eleições de 11 de Outubro a câmara justificou a colocação de tapumes junto aos paços do concelho como o início dos trabalhos preparatórios de uma empreitada que ainda nem tinha adjudicação feita. Esses trabalhos consistiam na remoção da estátua de Marcelino Mesquita, do monumento de homenagem aos combatentes cartaxeiros da I Grande Guerra e do obelisco. Mas até à data dentro dos tapumes está tudo na mesma.A adjudicação da obra para construção de parque subterrâneo, parque à superfície, criação de zona de bares e de lazer, no valor de 3,5 milhões de euros, decorreu em finais de Setembro à empresa Constrope. Mas o processo carece ainda de visto do Tribunal de Contas para se poder iniciar.

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