Joaquim Ramos e António Ganhão vice-presidentes da Comunidade Intermunicipal da Lezíria
Administração presidida por autarca socialista de Almeirim eleita por unanimidade
Os autarcas de Benavente, António José Ganhão (CDU), e de Azambuja, Joaquim Ramos (PS), foram reeleitos como vice-presidentes do Conselho de Administração da Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo (CIMLT). O presidente da Câmara Municipal de Almeirim (PS), Sousa Gomes, continua a ser o presidente. A nova administração foi eleita por unanimidade.O PS continua a ser o partido a deter maior número (cinco em 11) de municípios da Lezíria do Tejo - Almeirim, Azambuja, Cartaxo, Coruche e Golegã -, embora tenha perdido os municípios de Rio Maior e de Alpiarça, o primeiro para o PSD e o segundo para a CDU, fazendo com que a soma das câmaras detidas pelos outros partidos atinja a maioria. A CDU passou a deter três municípios - Alpiarça, Benavente e Chamusca -, o PSD duas (Santarém e Rio Maior) e o Bloco de Esquerda manteve Salvaterra de Magos.Sousa Gomes disse que a direcção da CIMLT vai prosseguir a acção que tem vindo a desenvolver, sendo este um mandato dedicado à gestão da contratualização dos fundos comunitários negociada com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo. Além dos projectos que vão absorver os 57 milhões de euros contratualizados, na sua maioria centrados nas sedes de concelho, a CIMLT vai tentar obter mais verbas para obras a realizar nas freguesias rurais.Segundo disse, a concretização do Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN) está “em velocidade de cruzeiro” na região, sendo agora necessário “incentivar a aprovação dos projectos”, que tem um desenvolvimento “variado” de concelho para concelho. Um dos objectivos será a realização de acções conjuntas, sendo intenção, depois de elaboradas as cartas educativa e social da região, avançar para as cartas desportiva e cultural.Quanto ao processo de regionalização, Sousa Gomes (defensor da criação de cinco regiões administrativas e das áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto) entende que só deve avançar se existir “um grande consenso” e se corresponder à transferência “efectiva” de grande número de competências da administração central.
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