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Avaliação decide preço a propor por imóveis para Loja do Cidadão de Rio Maior

Município prevê gastar entre 600 mil a 700 mil euros na recuperação de dois edifícios da praça do Comércio
Edição de 14.04.2010 | Sociedade
A Câmara Municipal de Rio Maior vai mandar fazer uma avaliação oficial dos dois imóveis devolutos que pretende adquirir, situados na Praça do Comércio, para instalação da Loja do Cidadão. A garantia foi dada pelo vice-presidente da autarquia, Carlos Frazão (PSD), durante a reunião do executivo de 9 de Abril, após proposta do vereador socialista Carlos Nazaré.Os técnicos da comissão municipal de avaliação apresentaram uma proposta de 255 mil euros para aquisição dos imóveis, mas a autarquia decidiu solicitar uma avaliação oficial para afastar quaisquer dúvidas sobre o processo. Ao mesmo tempo o executivo decidiu resolver o contrato de arrendamento com o Grémio Riomaiorense referente ao edifício da avenida Paulo VI, onde funcionou a Escola Superior de Desporto de Rio Maior até 2007, e relativamente ao qual a autarquia suporta uma renda de 1.058 euros mensais. O espaço está sem actividade e, apesar do acordo de 2009 para ali se instalar a Loja do Cidadão, o executivo mudou de ideias pelo facto de ser mais pequeno que o desejado, informou Carlos Frazão. No acordo com a Estrutura de Missão para a Loja do Cidadão de Segunda Geração fica definido que a câmara fará o projecto de recuperação dos edifícios, enquanto a definição da loja será com a entidade. A Câmara de Rio Maior estima que o valor de recuperação dos edifícios ficará entre os 600 mil e os 700 mil euros, mantendo-se a traça e fachada de ambos. Segundo Carlos Frazão, está previsto que a Loja do Cidadão tenha todos os serviços incluídos a funcionar no rés-do-chão e em parte do primeiro andar dos dois edifícios e venha a estar aberta ao público até final de 2011.Após consulta do processo, que chegou aos eleitos da oposição no mesmo dia da reunião, os vereadores socialistas concordaram com a proposta, que consideram aceitável. Para Carlos Nazaré, a opção pelo centro histórico é uma boa aposta para instalar a Loja do Cidadão, mas considerou que a câmara deve ir mais além e “avaliar a possibilidade de reabilitar todo o quarteirão envolvente à Praça do Comércio e a criação de um parque de estacionamento subterrâneo” e de actividades âncora para dinamizar aquela área. Lembrou ainda que a Câmara de Rio Maior está incluída num processo intermunicipal de criação de uma sociedade de reabilitação urbana e que corre uma candidatura à regeneração urbana no âmbito dos fundos comunitários que poderá ser aproveitada.A presidente da autarquia, Isaura Morais, lembrou que a candidatura à regeneração urbana está a ser renegociada para incluir nova áreas de actuação na cidade, tendo já reunido com o gabinete responsável pela candidatura.

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