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Rosinha diz que Alverca poderia ser concelho num outro contexto administrativo

Rosinha diz que Alverca poderia ser concelho num outro contexto administrativo

Presidente discursou na cerimónia dos 20 anos de elevação de Alverca a cidade

A presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Maria da Luz Rosinha, diz que noutro contexto, a cidade de Alverca já poderia ser um concelho com autonomia própria. As declarações foram proferidas na cerimónia dos 20 anos de elevação de Alverca a cidade.

Edição de 21.07.2010 | Sociedade
A cidade de Alverca é actualmente a maior e mais importante freguesia do concelho de Vila Franca de Xira e, noutro contexto administrativo, já poderia ser um concelho. A opinião é da presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Maria da Luz Rosinha (PS), que discursou na cerimónia de aniversário dos 20 anos de elevação de Alverca do Ribatejo a cidade. A cerimónia realizou-se na noite de 13 de Julho, terça-feira, no auditório da Sociedade Filarmónica Recreio Alverquense (SFRA).“Alverca é em todos os momentos a maior freguesia do concelho de Vila Franca de Xira. É uma freguesia que noutro contexto administrativo seria seguramente um concelho, com outra organização. Mas ainda é uma freguesia e acaba por ter todas as limitações que isso implica, sobretudo em termos orçamentais”, afirmou a edil. Na cerimónia, o presidente da Junta de Freguesia, Afonso Costa (PS), aproveitou para lembrar que a cidade necessita de um leque de obras que não podem ficar esquecidas.“O desenvolvimento de Alverca não pode continuar dependente de decisões que tardam. É necessário uma decisão sobre a variante à Estrada Nacional 10. O hospital de Alverca, do Grupo Saúde, necessita de incentivos para não continuar a ser uma promessa mas sim uma realidade. O parque urbano tarda em concretizar-se. O tão desejado acesso ao Tejo e ao caminho ribeirinho tem de ser uma realidade”, lembrou o autarca, defendendo que “Alverca é uma freguesia geradora de riqueza, pelo que deve haver também um maior equilíbrio na repartição das receitas”. A presidente Maria da Luz Rosinha recordou que alguns dos projectos estão a caminho e que actualmente estão a ser realizadas obras na cidade no valor de 10 milhões de euros (a intervenção no rio Crós-Cós e a requalificação da escola Pedro Jacques Magalhães).Na cerimónia estiveram presentes o governador civil de Lisboa, António Galamba, assim como o executivo da Câmara Municipal, representantes de associações e entidades da freguesia e algumas dezenas de moradores da cidade.Na cerimónia foram distinguidos vários cidadãos de Alverca, começando pelos antigos presidentes da Junta de Freguesia e da Assembleia de Freguesia. Seguiram-se depois os galardões mais importantes da noite: o de mérito autárquico (atribuído a Joaquim Manuel Mendes Lopes), Mérito Cultural (José Francisco Teles), Mérito Social (atribuído à Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Alverca), mérito desportivo (Armando Mineiro) e, por fim, o galardão de mérito empresarial atribuído a Francisco Diogo Aguiar.O galardão mais aplaudido da cerimónia foi o de José Teles, encenador e actor do grupo de teatro Cegada. “Mais apoios à cultura!”, gritaram alguns espectadores para o executivo municipal na hora de José Teles receber a medalha de mérito.“Obrigado Alverca. Recebo este galardão com um enorme prazer, mas nunca o teria recebido se não tivesse havido um conjunto enorme de gente do Cegada que há uns anos atrás aceitaram participar naquela maluquice que quis fazer aqui na cidade, um festival de teatro, à semelhança do que se faz em Cem Soldos (Tomar). Este prémio vem em meu nome mas vai permanecer numa prateleira do Cegada Grupo de Teatro”, afirmou José Teles. A cerimónia contou também com a participação do coro da Casa do Povo de Arcena e de várias alunas de dança da SFRA.
Rosinha diz que Alverca poderia ser concelho num outro contexto administrativo

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