Duarte Arsénio
Presidente do Centro de Apoio Social da Carregueira, Chamusca
Duarte Arsénio garante que se um dia o convidassem para escrever para um jornal e tivesse disponibilidade era capaz de aceitar. “Acho que tenho algum jeito para a escrita. Sou director de um pequeno boletim editado no Centro de Apoio Social da Carregueira, e escrevo alguns artigos de opinião que geralmente são lidos e comentados com agrado por várias pessoas”. No jornalismo gostava de se debruçar em artigos de opinião sobre a actualidade política. “De certeza que encontrava muitos temas interessantes pelo bem e pelo mal”. Aceita que os jornais regionais são muito importantes. “Pelo menos quando são imparciais e não procuram o sensacionalismo”. Nas questões da solidariedade, diz que os jornais fazem bem o seu papel.
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