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Equipas do Exército para defesa da floresta reduzidas a metade devido a cortes orçamentais

Edição de 15.06.2011 | Sociedade
O número de equipas de sapadores do Exército para a Defesa da Floresta Contra Incêndios (SEDFCI) vai ser reduzido este ano para metade devido à diminuição das verbas alocadas a esta actividade, informou o porta-voz do Exército.Em declarações à agência Lusa, o tenente-coronel Jorge Pedro informou também que o ‘Vulcano’ 2011, programa de apoio do Exército à prevenção e combate aos incêndios florestais em articulação com a Autoridade Florestal Nacional (AFN), ainda não entrou em vigor devido a problemas relativamente ao seu enquadramento legal.No âmbito do plano ‘Vulcano’, as equipas de sapadores do Exército executam patrulhamentos, vigilância móvel, combate ao fogo em primeira intervenção, rescaldo e vigilância pós-incêndio, em apoio solicitado pela AFN. As actividades são financiadas pelo Fundo Florestal Permanente.Segundo o responsável, a redução em cerca de 60 por cento das verbas disponibilizadas para o exercício daquelas actividades terá como consequência directa a redução do número de equipas em 50 por cento - de 12 equipas em 2010 para seis para 2011 -, tendo ainda duas outras implicações: “A diminuição dos perímetros florestais ou matas nacionais cobertas pelas equipas de SEDFCI e a impossibilidade do Exército iniciar as actividades preparatórias (aquisição de fardamento apropriado) ou os patrulhamentos sem uma verba inicial específica”, apontou.Jorge Pedro acrescentou que em 2010 se empenharam também meios de engenharia militar na requalificação de estradões florestais de modo a permitir melhores condições de acessibilidade a veículos de vigilância e de primeira intervenção, notando o responsável que, para este ano, “não foi solicitado qualquer apoio de meios de engenharia”. O plano ‘Vulcano’, que inclui ainda patrulhamentos permanentes a horas aleatórias de dia e de noite inicia-se, regra geral, a 1 de Julho, terminando a 30 de Setembro. O porta-voz do Exército afirmou ser “altamente improvável” que o início das actividades decorra a 1 de Julho face ao atraso nas negociações em curso.

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