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Rui Ferreira

46 anos, Assistente Técnico no Convento de Cristo, Tomar

“O Festival das Estátuas Vivas é a prova cabal de que se podem desenvolver actividades inéditas e de qualidade em Tomar “

A crise implicou mudanças nas suas férias?Sim. Apesar de fazer sempre umas férias “económicas”, no campismo, senti necessidade de pensar já no curto prazo e reduzir o pouco que gastava nas férias. Isso reflectiu-se sobretudo no tempo de férias. Vai assistir ao Festival das Estátuas Vivas de Tomar?Vou assistir “profissionalmente”. O Convento de Cristo é, mais uma vez, parte integrante do Festival das Estátuas Vivas e este ano lá estarão quatro quadros históricos alusivos a Gualdim Pais, Infante D. Henrique, Vasco da Gama e El Rei D. João III. O acesso pedonal ao Convento de Cristo é agora facilitado pois o caminho da Mata dos Sete Montes está já disponível.O que acha do evento?Sobre o festival, que vai na sua segunda edição, acho ser a prova cabal de que em Tomar se podem desenvolver actividades inéditas e de qualidade. Este festival concretiza na sua programação, ao implantar as figuras na cidade e no Convento de Cristo, uma efectiva ligação do monumento à cidade de Tomar, colocando a necessidade como principal factor da mobilidade do visitante. Acho que todos devíamos pensar nisto.Já cometeu alguma loucura de Verão?Que me lembre só se foi a nível financeiro. Talvez alguma compra estapafúrdia, daquelas de que nos arrependemos mal saímos da loja. (risos)Qual é o seu herói de banda desenhada e porquê?Da minha juventude guardo o Tintin, mas hoje tenho especial preferência pela dupla Blake & Mortimer cujo criador, Edgar Jacobs, também belga, foi colega de Hergé. É uma banda desenhada futurista, realizada no pós guerra, e que garantiu há alguns anos a continuidade editorial pela mão de novos autores.Costuma ler blogues ou escreve em algum? Leio blogues e muitas outras coisas na Internet mas não tenho participação como autor, apenas comento ocasionalmente. Utilizo o facebook como local de convívio. Para mim é salão, televisão, roda de amigos a ouvir discos, tertúlia da troca de cromos, “radio-amador” intercontinental, enciclopédia informal de gentes e idiossincrasias e, também, na opinião de alguns, uma fonte de devassa das nossas vidas.Qual foi o último livro que leu?Acho que o último livro que li até ao fim, foi a “Crónica da Vida Social dos Ocultistas” de Luís Filipe Sarmento. Conclusões, propriamente, não tirei. Foram mais constatações...Qual é a característica da mulher a que dá mais valor?Que me desculpem todas as mulheres mas é mesmo a paciência!Confesse-nos a sua citação favorita...Como diz o meu colega (Dinis) Sapatinha: “Não te canses de fazer bem”. É uma frase catita, não choca ninguém e tanto fica bem estampada numa t-shirt como numa tumba!

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