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De mercado em mercado a vender frutos secos

De mercado em mercado a vender frutos secos

Edição de 29.11.2011 | Primeiro Plano
O burburinho de gente em torno do negócio é grande logo de manhã e só pára perto da uma da tarde. A tenda de venda de frutos secos de Casimiro Lopes é um dos pontos mais procurados do mercado quinzenal de Santarém, realizado ao domingo no campo Emílio Infante da Câmara. A variedade é enorme. Há caju com e sem sal, miolo de amêndoa, amêndoa palitada e laminada, miolo de noz, amendoim, avelãs, tâmaras, ameixas, figos de diferentes variedades, pistachios e sultanas expostos nos quatro metros de banca. Fazem ainda sucesso as azeitonas e os alhos.Natural de Torres Novas, Casimiro Lopes é feirante influenciado pela mulher, Ana Maria, que começou a actividade em miúda. Este domingo, contaram com a ajuda da filha Ana Sofia e não tiveram mãos a medir. Há quem peça quilos de produtos, outros ficam-se pelos 100 ou 200 gramas. Os feirantes trazem 20 ou 30 quilos de cada especialidade. Os produtos são adquiridos nos armazéns da região.Além do mercado de Santarém, a família Lopes costuma vender no mercado mensal de Marinhais e nos mercados semanais de Torres Novas, Ourém, Entroncamento e Tomar. É assim há mais de 20 anos para ele e há 40 anos para a sua mulher. “Não sei fazer outra coisa na vida desde miúda”, confessa Ana Maria, enquanto arranja um bocadinho entre o atendimento dos clientes. Casimiro diz que as pessoas apreciam um pouco de tudo. “Em Santarém levam mais azeitonas, amêndoas, ameixas, mas vendemos um pouco de tudo. Gosto de Santarém porque nos despachamos cedo enquanto por exemplo em Marinhais é duro estar o dia todo no mercado”, exemplifica o chefe de família.Estudante de engenharia química, Ana Sofia colabora quando pode e reconhece que se os pais trabalham para si, o mínimo que pode fazer é ajudar, quando tem disponibilidade, mesmo que nem todas as vezes seja como na manhã de sol domingo. Ricardo Carreira
De mercado em mercado a vender frutos secos

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