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CDS-PP de Vila Franca exige bancada na assembleia separada do PSD

Edição de 29.11.2011 | Sociedade
O CDS-PP de Vila Franca de Xira exige uma bancada própria para a deputada do partido na Assembleia Municipal de Vila Franca de Xira de forma que fique separada dos eleitos do PSD. Os populares concorreram nas últimas eleições autárquicas no concelho pela Coligação Novo Rumo com o PSD, MPT e PPM mas vieram agora, dois anos depois, demarcar-se da coligação por não concordarem com a actuação dos três vereadores que aceitaram pelouros para governar com a maioria socialista a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, como O MIRANTE já noticiou, sem prestar contas ao partido como seria desejável. Na última sessão da assembleia extraordinária, realizada ao final da tarde de terça-feira, 22 de Novembro, no salão paroquial da Igreja do Sagrado Coração de Jesus, no Forte da Casa, a deputada Ana Belchior levantou-se depois da votação esclarecendo que estava a votar enquanto militante do CDS-PP e não enquanto membro da Coligação Novo Rumo.No início da sessão o CDS-PP entregou ao presidente da Assembleia Municipal de Vila Franca de Xira, João Quítalo, um pedido de substituição do deputado José Luís Ferreira da Mata pela deputada Ana Belchior e ainda um documento requerendo para a eleita o estatuto da oposição.O partido quis desta forma deixar explícito que rompeu com o acordo no seio da coligação, o que não ficou claro para o presidente da Assembleia Municipal de Vila Franca de Xira.João Quítalo disse a O MIRANTE que a situação lhe suscita dúvidas porque a eleição foi feita no âmbito de uma coligação. O autarca garante que vai pedir um parecer jurídico aos serviços da câmara bem como algumas directrizes à Associação Nacional de Municípios Portugueses. A bancada da Coligação Novo Rumo na Assembleia Municipal de Vila Franca de Xira tem oito eleitos, sendo que apenas um é efectivamente militante do CDS-PP. Seis estão ligados ao PSD e um ao Movimento Partido da Terra (MPT). A distribuição de lugares foi feita de acordo com a negociação entre os partidos da coligação e o CDS-PP admite agora que ficou prejudicado.

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