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Internacionalização é fundamental para desenvolver concelho de Ourém

Edição de 27.06.2012 | Sociedade
As comemorações oficiais do Dia do Município em Ourém, na quarta-feira, 20 de Junho, feriado municipal, contaram com a presença de várias comitivas de Pitesti (Roménia), Pléssis-Trévise (França) e Larantuka (Indonésia), cidades com quem Ourém está geminada. O presidente da Câmara de Ourém, Paulo Fonseca (PS), afirmou, durante o seu discurso, que desde que assumiu a presidência da autarquia um dos pontos fortes do seu mandato é a internacionalização. O autarca considera que Ourém possui a sua “jóia da coroa” que é Fátima e é necessário levar o nome do concelho cada vez mais longe.“Portugal precisa que à volta de Fátima se desenvolvam projectos promocionais para potenciar esta marca. Aqueles que ainda não se internacionalizaram já estão mortos e ainda não o sabem. É por isso que estamos a criar, cada vez mais, laços de afecto e promoção, desenvolvendo uma rede internacional que nos permite chegar a novos mercados. Este é o único caminho para desenvolvermos e prepararmos o futuro”, reflectiu. Paulo Fonseca destacou o facto da Fiesp - Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Brasil) - vir a ter uma delegação em Ourém, que na sua opinião vai ter uma enorme importância na criação de negócios entre o concelho de Ourém e o Brasil.O presidente do município de Ourém não esquece que o país vive tempos de “grandes” dificuldades mas considera que é nesta altura que “devemos ter lucidez para encontrar um caminho e um futuro”. Revela, no entanto, que para fazer face à crise instalada deu “indicações” para que se fizesse um corte “brutal” nos gastos da autarquia. E deu como exemplo as festas da cidade que este ano sofreram um corte superior a cinquenta por cento em relação ao ano passado. Paulo Fonseca mostrou-se ainda revoltado com o facto dos acessos aos cuidados de saúde no concelho de Ourém serem cada vez “mais precários” com o encerramento de várias extensões de saúde e o facto de terem que se deslocar ao Hospital de Abrantes, que fica a mais de 60 quilómetros de distância, quando o Hospital de Leiria fica a 20 quilómetros. O autarca concluiu a sua intervenção criticando a lei que prevê a extinção de centenas de freguesias por todo o país. O autarca defende a continuidade das 18 freguesias do seu concelho. “O país não vai poupar nada com a agregação de freguesias”, concluiu.

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