Autarcas de Azambuja arriscam-se a pagar 15 mil euros de um subsídio atribuído indevidamente
Não sou advogado do Rancho de Manique do Intendente, nem sequer conheço aquele agrupamento folclórico, pelo que este comentário não enferma de tentativa de favorecimento a qualquer das partes.Quanto à decisão do Tribunal de Contas, estou em total desacordo. De facto, as câmaras municipais devem apoiar as associações sem fins lucrativos que prossigam actos de índole cultural. É o caso do folclore que se pode tomar como que um museu itinerante de usos e costumes do povo. Por isso, apoiar a construção de uma sede, para desenvolvimentos de tais fins, é apoiar o investimento em bens de interesse cultural postos ao serviço dos munícipes. O resto são picuinhices dos tribunais que, geralmente, resultam em prejuízo do povo.Torcato Bessa