
Militares ribatejanos mostraram serviço no Líbano
São ribatejanos ou residentes na região muitos dos militares da arma de Engenharia que encerraram a missão portuguesa no Líbano. O último contingente regressou no final de Junho e já há quem tenha saudades dos seis meses passados à beira do Mediterrâneo, ocupados sobretudo na construção de infraestruturas civis e militares e em apoio humanitário.Os sargentos-ajudantes Paulo Nunes (Abrantes), António Pires (Entroncamento), Luís Santos (Constância), José Rebelo (Arripiado - Chamusca) e João Calouro (Abrantes), da esquerda para a direita na fotografia, despediram-se sexta-feira, no quartel do polígono de Tancos, da boina azul das Nações Unidas durante o Dia da Arma de Engenharia em que se assinalou também o fim da missão portuguesa no Líbano.José Rebelo considera o arrear da bandeira nacional no dia 26 de Junho como a experiência mais marcante em termos emocionais. O afastamento das famílias, sempre difícil, foi compensado pelo companheirismo que se criou lá, durante os seis meses de convívio diário em prol da mesma causa. E se levaram saudade quando partiram, também trouxeram saudade quando se despediram de lá. “Foi uma experiência de vida que nos acrescentou alguma coisa”, diz Luís Santos. João Calhaz

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