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Esclarecimentos do cidadão que é fiscal da Câmara de Azambuja

Edição de 12.09.2012 | O Mirante dos Leitores
Ao ler o vosso artigo sobre a limpeza dos passeios na urbanização da Quinta da Marquesa onde resido, parece-me oportuno efectuar algumas considerações e esclarecimentos, solicitando igualmente a sua publicação para reposição da verdade. O fiscal da Câmara Municipal de Azambuja é um cidadão como outro qualquer, que paga os seus impostos e possui os mesmos direitos. Não pode, nem deve ser beneficiado ou descriminado, por ser funcionário da CMA. Mas convirá acima de tudo esclarecer que a limpeza começou de cima para baixo há já algumas semanas. Ou seja, das habitações localizadas a montante para a entrada da urbanização. Efectivamente os trabalhos de corte pararam na zona onde se localiza a minha residência. No entanto, e por verificar esta situação, contactei o vereador responsável por este serviço no sentido de saber quando o trabalho de limpeza da urbanização se concluiria tendo em conta que tinha já apresentado há mais de um mês fotos dando conta da necessidade de uma intervenção naquele local. Foi-me dito que a CMA, de acordo com as suas disponibilidades, iria continuar a efectuar a limpeza de toda a urbanização no período da manhã. Quem insinua que fui privilegiado dando a entender que é pessoa atenta e nomeadamente, atenta ao meu espaço, certamente me terá visto em determinadas alturas a proceder ao corte das ervas em frente à minha moradia, sozinho ou com a ajuda de amigos. Pena é que não tenham reparado nos arbustos que cresceram em volta dos meus muros (conforme provam as fotos enviadas à vossa jornalista Ana Santiago) que atingiram nalguns casos cerca de 2 metros ou mais de altura em espaço público e que podiam provocar a deterioração dos mesmos. Noutras alturas e noutros locais a CMA tem feito alguns cortes de vegetação e ninguém reagiu. Infelizmente a mesquinhez, a intriga e a mediocridade continuam a ter adeptos. Será algum crime fazer parte dos quadros de uma autarquia? Não terão os funcionários autárquicos os mesmos direitos que os outros cidadãos cumpridores deste país? Alexandre Grazina

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