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IMI aprovado na Assembleia de Torres Novas com voto de qualidade

Edição de 10.10.2012 | Política
O presidente da Assembleia Municipal de Torres Novas, Luís Silva (PS), teve que usar o voto de qualidade para aprovar as taxas do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) para o concelho em 2013 em reunião desse órgão autárquico. A aplicação da taxa máxima no IMI dividiu os eleitos tendo-se registado um empate na votação. Os votos contra dos socialistas João Cardoso e João Serôdio, presidentes das juntas de freguesia de Riachos e Paço, respectivamente, e a abstenção de Sónia Sousa (PS) baralharam as contas. Além disso, durante a votação também se registaram algumas ausências de eleitos municipais o que fez com que houvesse 16 votos a favor e 16 votos contra. O presidente da assembleia não escondeu o embaraço por ter que tomar uma decisão tão importante para o concelho. Em jeito de provocação, Ramiro Silva (CDU) perguntou a Luís Silva se votava com ou sem convicção. O presidente da assembleia reconheceu que “ninguém pode votar com alegria ou satisfação num assunto destes”. O socialista Manuel Filipe admitiu que a bancada do PS votava contra os seus princípios mas, referiu, é condição do PAEL (Plano de Apoio à Economia Local) aplicar as taxas máximas de IMI. As bancadas da CDU e PSD contestaram e explicaram que a adesão ao PAEL não obriga à fixação das taxas máximas no IMI.A Câmara de Torres Novas prevê arrecadar cerca de quatro milhões de euros com o IMI, aproximadamente mais um milhão do que em 2012, cuja previsão aponta para um encaixe de 3 milhões e 200 mil euros, valor superior ao de 2011 (3 milhões e 180 mil euros).

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