
Um presidente mãos largas
Era habitual em todas as reuniões do executivo da Câmara de Ourém um funcionário servir café, descafeinado ou chocolate quente aos presentes. Agora, com a crise instalada, o café deixou de ser servido. Os tempos são de contenção mas para que não faltasse nada ao executivo e restantes funcionários que assistem às reuniões, o presidente da câmara, Paulo Fonseca, sacou de uma nota de cinco euros e pediu que se fosse buscar cafés para todos. Até para os vereadores da oposição que moem o juízo. “Desta vez pago eu uma rodada”, referiu. E ainda não começou a campanha eleitoral. Imaginem quando começar...

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