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Gestor do “Compete” exortou empresários a candidatarem-se a fundos disponíveis

Edição de 05.12.2012 | Galardão empresa do ano
O gestor do programa Operacional Factores de Competitividade Compete afirmou em Alcanena, perante uma plateia maioritariamente composta por empresários e gestores, que ainda há cerca de 400 milhões de euros de fundos comunitários para distribuir por projectos empresariais até à conclusão do actual quadro comunitário de apoio, que termina no final de 2013. E desafiou-os a tirarem partido dos incentivos disponíveis, contactando o Compete ou outros organismos como o IAPMEI ou a AICEP.Franquelim Alves realçou que os fundos comunitários do Compete estão desdobrados por vários concursos e avisos que têm vindo a ser publicados, deixando desde logo o alerta que não há nenhum apoio a 100% nem a fundo perdido. O financiamento pode ir até 55 por cento do montante global do investimento e no final do processo, em função da performance dos projectos, uma parte daquilo que é reembolsável pode ser convertido em capital da empresa.Em resposta à presidente da direcção da Nersant, que pediu mais celeridade na disponibilização dos apoios e menos burocracia nesses processos, Franquelim Alves concordou que é necessário agilizar procedimentos com recurso à tecnologia. “É um tema complexo mas temos vindo a lutar nessa frente e nesta fase final do ano tomámos também um conjunto de iniciativas que podem ajudar a facilitar a vida aos empresários”, como o fim das garantias bancárias para os projectos apoiados pelo QREN, realçou.Outra medida tomada é permitir pagamentos parciais do incentivo total disponível até 95%, antes do projecto ser fechado. “Até agora os 15% finais do incentivo só eram pagos com o encerramento dos projectos. Isso significava que se arrastavam muito no tempo, devido ao trabalho burocrático de validar toda a papelada, toda a execução da despesa”, explicou.O gestor do Compete, que tem raízes em Tomar, acredita que no próximo quadro comunitário de apoio vai ser “substancialmente aumentado” o apoio ao tecido empresarial e deixou uma mensagem de esperança referindo que “há que continuar a lutar e acreditar que todo este esforço conjunto trará resultados positivos”.

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