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Clubes torrejanos recebem facturas da Turriespaços

Edição de 27.03.2013 | Desporto
Os clubes do concelho de Torres Novas que utilizam os espaços desportivos municipais, receberam nos meses de Janeiro e Fevereiro facturas, com verbas avultadas, emitidas pela Empresa Municipal Turrisespaços, e pedidos de pagamento. Situação que alarmou os dirigentes e levou mesmo a que alguns tenham suspendido as modalidades.Na reunião de câmara do dia 19 de Março, o vereador da CDU, Carlos Tomé fez uma intervenção em que se manifestou contra o facto de os clubes serem confrontados com o pagamento de qualquer verba pela utilização dos espaços desportivos. “Os clubes fazem um trabalho meritório nesta área em modalidades puramente amadoras, substituindo-se ao Estado e também à câmara, não devendo por isso pagar qualquer verba. Devem sim merecer todo o apoio e atenção por parte do município”.Mas segundo os dirigentes dos clubes e da Turrisespaços tratou-se de uma falta de comunicação entre a empresa e os clubes. A empresa já enviou notas de crédito em relação às primeiras facturas enviadas.Ninguém sabe ainda o que vai ser feito para regularizar esta situação. “Nós até entendemos que utilizamos o equipamento mais dispendioso da Câmara de Torres Novas, as piscinas e aceitamos que tenhamos que ajudar a pagar as despesas que são feitas pela autarquia. Depois de uma reunião para esclarecer esta situação das facturas, ficámos a saber que vamos poder candidatar-nos a um contrato programa com a câmara que resolverá de vez o problema”, disse o presidente do Clube de Natação de Torres Novas, José Samouco.Aliás este dirigente diz saber que nunca foi intensão da câmara ou da empresa colocar em causa o trabalho dos clubes. “Trata-se apenas de legalizar as situações. Até aqui utilizávamos os espaços por cedência da câmara, agora é a empresa que trata disso e não pode apresentar prejuízos. Tudo vai ser resolvido sem alarmes nem alaridos”, garantiu.Os dirigentes de outros clubes estão também já elucidados do que têm que fazer para legalizar as situações. Não vão ter que fazer parar as suas modalidades, vão aguardar instruções da autarquia para saber como devem avançar para as candidaturas dos contratos-programa.

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