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À espera do centenário para se reconciliar com o U. Tomar

À espera do centenário para se reconciliar com o U. Tomar

Edição de 17.04.2013 | Primeiro Plano
Rui Martinho, 70 anos, ex-inspector da Polícia Judiciária, nasceu em Santiago do Cacém, Baixo Alentejo, mas veio parar a Tomar em 1989, por questões profissionais. Foi na cidade do Nabão que ficou até se reformar, após 35 anos de serviço, considerando essa como a sua segunda terra. É no café do Alberto, localizado na parte nova da cidade, que o encontramos a relaxar na tarde de 11 de Abril. Apaixonado por futebol, e pelo União de Tomar em particular, para onde foi levado pelo extinto amigo Fernando Matias, era director desportivo do clube quando recebeu o convite para ser presidente. Após uma renitência inicial - encontrava-se na véspera da reforma - aceitou e acabou por ser o líder unionista entre 1995 e 1997. “Apesar das dificuldades que tínhamos, existia uma equipa coesa e trabalhadora. Só em salários gastávamos por mês 2400 contos”, recordou. Naquele tempo, o União de Tomar jogava na terceira divisão. A saída do União de Tomar, após 18 anos de entrega, foi intempestiva: durante uma partida foi sancionado “com palavras rudes” por um vice-presidente porque se atreveu a comer uma sandes antes dos jogadores. É com mágoa e tristeza que recorda o seu afastamento. Mesmo assim, a menos de um ano do centenário do clube - fundado a 4 de Maio de 1914 - Rui Martinho confessa que se fizerem a festa lá estará para se reconciliar com o clube. “Nunca deixei de gostar do União e de acompanhar o seu rumo por isso gostava que fizessem uma festa bonita. Cem anos só se fazem uma vez e seria uma oportunidade de dar um novo fôlego ao clube”, sugere. Elsa Ribeiro Gonçalves
À espera do centenário para se reconciliar com o U. Tomar

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