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Análise à transparência do orçamento participativo

Edição de 26.06.2013 | Sociedade
A comissão de acompanhamento na Assembleia de Freguesia de Alverca vai reunir para analisar o processo do orçamento participativo, depois de terem sido levantadas suspeitas de falta de transparência e favorecimento. Na última assembleia vários moradores da cidade foram à sessão da assembleia questionar os procedimentos tomados pelo executivo liderado pelo socialista Afonso Costa. Em causa está o facto de vários moradores da cidade, ao tentarem votar através da internet, terem sido impedidos por erros do sistema e, em alguns casos, a indicação que já haviam votado. Os moradores dizem que houve um conjunto “muito significativo” de eleitores que se viram impedidos de votar e acreditam ter havido viciação de resultados. A presidente da assembleia de freguesia, Luciana Nelas, convocou uma reunião de emergência da comissão de acompanhamento do orçamento participativo. Caso sejam detectados procedimentos irregulares este vai ser anulado e será feita nova votação. “A forma como se processou esta votação potencia a fraude. Deveriam ter investigado bem o que correu mal antes de divulgarem os resultados. Este processo para mim não é nada transparente”, criticou João Rodrigues, morador. O presidente da junta de freguesia, Afonso Costa, limitou-se a dizer que todas as queixas dos moradores tiveram resposta. “Só podemos reclamar se tivermos os elementos de quem quer votar e não consegue”, disse. O projecto vencedor deste ano foi apresentado por António Espada Pereira, líder da bancada do PS na assembleia, e contempla a requalificação do miradouro da Chasa, que vai custar 15 mil euros.

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