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Barreiras de Santarém vão continuar à espera que haja dinheiro

LNEC vai retomar monitorização que tinha deixado de fazer há seis anos
Edição de 28.08.2013 | Sociedade
As obras de estabilização das barreiras de Santarém, um investimento que ronda os 20 milhões de euros, vão continuar à espera que haja dinheiro. O secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, visitou o local na terça-feira, 27 de Agosto, e anunciou que devido à falta de capacidade de financiamento interno do Estado a obra terá que ser candidatada a fundos comunitários. O governante garantiu que a preparação do dossier vai avançar de imediato para que a obra possa ser das primeiras a ser co-financiada no próximo quadro comunitário de apoio, em 2014. Disse ainda esperar que as mesmas fiquem concluídas até 2019. A única novidade em todo o processo é que o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) vai retomar as operações de monitorização das barreiras, que estavam interrompidas há seis anos. O presidente do LNEC, Carlos Pina, garantiu a O MIRANTE que os dados recolhidos nos próximos meses irão servir para actualizar o projecto já existente, que data de 2011.O presidente da Câmara Municipal de Santarém, Ricardo Gonçalves (PSD), afirmou ver com agrado o compromisso do Governo mas alertou que ficará “muito desiludido” se a obra nas barreiras não passar de uma nova promessa, como as que vêm sendo feitas há décadas. “Não quero acreditar que o secretário de estado venha a Santarém para que depois não se faça nada”, sublinhou. Actualmente, de acordo com o LNEC, há seis encostas que exigem intervenção urgente: Portas do Sol, Alfange, Santiago, Bairro do Falcão, Santa Margarida e Ribeira de Santarém. Recentemente o parlamento aprovou uma recomendação para que o Governo acelere os procedimentos com vista à resolução do problema das barreiras de Santarém.

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