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2014

Edição de 08.01.2014 | Opinião
Como a irmã de uma colega escreveu, temos em mão um novo livro, de páginas em branco para o escrever, 2014.Feita a conveniente avaliação de 2013 – este é um livro já impresso que em nada podemos alterar –, temos agora uma nova oportunidade, mais uma, para escrever uma história ainda mais bonita. Uma história que corresponda a uma vida que valha mais a pena. Uma vida melhor para nós e para quem nos rodeia. Página a página, todos os dias. E esta é a certeza, assim vai ser 2014, o que cada um quiser. A decisão é sua, só sua, mesmo que o não queira aceitar.“Aprecie aquelas páginas de sua vida em que você usou o seu melhor estilo. Leia também as páginas que gostaria de nunca ter escrito. Não, não tente arrancá-las. Seria inútil. Já estão escritas. Mas você pode lê-las enquanto escreve o novo livro que lhe será entregue. Assim, poderá repetir as boas coisas que escreveu e evitar repetir as ruins.Para escrever o seu novo livro, você contará novamente com o instrumento do livre arbítrio e terá, para preencher, toda a imensa superfície do seu mundo.Se tiver vontade de beijar o seu velho livro, beije-o. Se tiver vontade de chorar, chore sobre ele e, a seguir, coloque-o nos mãos do Criador. Não importa como esteja...” Escreva melhor o 2014. É por isso, e só por isso, que vale a pena rever o livro que escrevemos em 2013. Vamos melhorar em 2014, vamos arriscar, sem medo, como faz o nosso treinador de referência José Mourinho, arrisca e ganha. E, se cometermos erros, que eles sejam diferentes e nos ajudem a crescer como pessoas. Teremos sempre problemas físicos, relacionais, familiares, profissionais, sociais, sempre – a vida na Terra é assim – mas tentemos entrar alegremente em contacto com o que nos transcende (o que verdadeiramente somos). Alegremente, porque com alegria tudo é mais fácil. Quais são os meus propósitos para 2014? Esta pode ser a pergunta que nos leva às respostas que vão escrever as minhas páginas de 2014. Escritas com alma que deve orientar o ano. Palavras que dão sentido ao ano, à vida. Sentido que tem um rumo que se quer certo. Quase como que para cumprir o que por esta altura nos dizem repetidamente, “bom ano”. Um ano que valha a pena.Palavras que não nos deixam apodrecer.Dizem que o pensamento tem força: o homem pensa e a obra nasce. O resto, desta força, não se sabe onde está? Provavelmente bem perto, dentro de si, para ser eficaz.“Que 2014 tenha do novo a surpresa e a alegria, seja como qualquer coisa nova inaugurando o seu dia, como o caderno novo, quando a gente o principia.”Sempre alegremente para ser mais fácil.Carlos A Cupetocupeto@uevora.pt Professor na Universidade de Évora

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