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Andreia Almeida

Empresária, 30 anos, Abrantes

“Acho que estamos todos a trabalhar para ultrapassar uma grande crise económica, mas essa crise torna-se bem mais complicada de superar porque, na minha opinião, vivemos uma crise paralela, bem maior, que é uma crise de valores”* * *“Podíamos ter mais presente que o cumprimento de regras não é uma fraqueza, é uma força. Sairíamos todos a ganhar muito mais”* * *“De Espanha nem bons ventos nem bons casamentos é um ditado muito antigo que nos dias que correm já não faz muito sentido. Sobretudo, vivendo nós nesta época de globalização”* * *“Faço alguma separação de resíduos para reciclagem, sobretudo papel e vidro. Mas tenho noção que podia ser mais amiga do ambiente”

Edição de 22.01.2014 | Agora falo eu
O que acha do Dia de São Valentim, que se celebra anualmente no dia 14 de Fevereiro?Trata-se de um dia especial para quem gosta de celebrar o Dia dos Namorados.Costuma fazer habitualmente a separação dos lixos domésticos?Faço alguma separação de resíduos domésticos para posterior reciclagem, sobretudo papel e vidro. Mas tenho noção que podia ser mais amiga do ambiente.Qual é a pior coisa que lhe podem fazer?Faltar com um compromisso ou com um acordo estabelecido são coisas de que realmente não gosto.Acha que o sistema de justiça funciona em Portugal?Na minha opinião o sistema de justiça no nosso país funciona, mas em certos casos considero que podia funcionar melhor.Na sua perspectiva, o que é preciso para se ter uma boa vida?É necessário espírito positivo e pró-activo e, nos tempos que correm, sem dúvida que também é preciso muito trabalho e engenho.Diz o povo que de Espanha nem bons ventos nem bons casamentos?Na minha opinião, esse é um ditado popular muito antigo que nos dias que correm já não faz muito sentido. Sobretudo, vivendo nós nesta época de globalização.Costuma comprar um jornal pelo que vê na primeira página?Normalmente, não sou daquelas pessoas que compra o jornal pelo que vem exposto na primeira página.Quando não se encontra a trabalhar, o que gosta mais de fazer?Nos chamados tempos livres gosto de ouvir música, de viajar, de estar com a família e com os meus amigos.O que é que lhe causa mais preocupação nos tempos que correm?Preocupa-me sobretudo a incerteza do que o futuro nos reserva.Acha que atravessamos uma época de crise de valores?Sim. Acho que estamos todos a trabalhar para tentar ultrapassar uma grande e grave crise económica, mas essa crise torna-se bem mais complicada de superar porque, na minha opinião, vivemos uma crise paralela, bem maior, que é essa tal crise de valores.Os portugueses têm falta de civismo?Penso que, enquanto povo, podíamos ter mais presente a noção de que o cumprimento de regras não é uma fraqueza, é sim uma força. Sairíamos todos a ganhar muito mais com isso.Já se confrontou com algum exemplo gigante de burocracia?Obviamente já lidei com a nossa burocracia. Mas, felizmente, até à data não me confrontei com nenhum episódio gigante ou excessivo.É capaz de pagar bem para assistir a um bom espectáculo?Se esse espectáculo valer realmente a pena, sim, sou capaz de abrir os cordões à bolsa.Qual a figura feminina que mais admira?A minha avó.É daquelas pessoas que gosta de estacionar o automóvel à porta de todos os locais onde vai?Confesso que sim, que sou uma dessas pessoas. Tenho esse péssimo hábito. O carro normalmente fica sempre muito perto do local onde vou.

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