
Uma taça machista
O mundo do futebol ainda é uma coutada machista e uma prova evidente disso está nas abissais diferenças entre as finais da Taça de Portugal masculina e feminina. No caso dos homens, não há cão nem gato que não se queira pavonear na tribuna de honra junto ao Presidente da República e outras figuras da política nacional que têm habitualmente lugar marcado. No caso das mulheres, conforme o Cavaleiro Andante constatou no sábado quando o Ouriense arrebatou o troféu, nem um singelo secretário de Estado ou um chefe de gabinete por lá apareceu para entregar a taça às raparigas.

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