
Já não se pode ser romântico
Depois do furto de cabos telefónicos, para aproveitamento do cobre, de tampas de saneamento ou de lápides em cemitérios, os larápios descobriram que até os “cadeados do amor” têm, mais do que um valor sentimental, um valor comercial. É que quase todos os que foram colocados no passadiço junto ao Mouchão, em Tomar, desapareceram em pouco tempo. Por aqui se vê que os tempos de crise não se compadecem com romantismos.

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