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Rodrigo Antunes

Solicitador, 36 anos, Tomar
Edição de 01.04.2015 | Agora falo eu
Costuma assistir às celebrações pascais?Não. Quando era criança, por consideração à minha avó materna, respeitava todas as celebrações religiosas, como as pascais. Depois da sua morte desliguei-me da religião e dos seus simbolismos até porque não sou crente em entidades superiores divinas.Gasta dinheiro em raspadinhas?Raramente jogo nas raspadinhas ou em qualquer outro jogo social e, quando o faço, é sempre por valores muito baixos. Outra coisa são as apostas desportivas online. Aí sim jogo amiúde e aposto mais alto.Já foi multado por excesso de velocidade?Por excesso velocidade nunca mas já fui multado por estacionamento incorrecto uma vez. Sou, inclusivamente, muito cuidadoso com o excesso de velocidade, embora ache que os valores máximos legalmente permitidos deveriam ser revistos (em alta) uma vez que os veículos modernos permitem circular a velocidades mais elevadas com toda a segurança.Gostava de ser árbitro de futebol por um dia?Sou árbitro sim mas de esgrima medieval. Não preciso de viver a experiência de arbitrar um jogo de futebol para realizar a dificuldade que é arbitrar uma modalidade desportiva competitiva e rápida. Qual foi a situação mais caricata pela qual passou?Lembro-me, particularmente, de uma enorme e bem caricata situação em que tive com a casa-de-banho de uma casa de turismo rural onde passei férias. A torneira saltou e a água saiu em jacto estilo poço de petróleo e bem quente em vez de fria. Tudo isto aconteceu já bem de noite e acompanhado com um barulho bem audível para que ninguém conseguisse dormir (risos).Acredita nos políticos?Acredito na política acima de tudo. O “homem público” está pelas ruas da amargura e por culpa própria. Os motivos são empíricos, basta ver um telejornal ou ler um jornal. No entanto, acho que a política é um dos valores supremos de um Estado e de uma sociedade, onde ainda podem ser encontrados homens de bem que fazem política para o bem comum. Qual é o maior elogio que pode receber a nível profissional?Na minha profissão o valor máximo para com o cliente é o de resolver o problema de acordo com os seus intentos finais e no mais breve hiato de tempo. Se um cliente me disser que tem o seu problema completamente resolvido e como desejava, fico feliz com isso.Gosta mais de ler jornais em papel ou na Internet?Sou um consumidor de conteúdos digitais em geral, inclusive de revistas e livros técnicos. No entanto, no que concerne aos jornais prefiro ainda ler em papel. Ainda pertenço a uma geração que não abandonará o papel a não ser que seja obrigado.O que é que mudava na sua cidade? Mudava ou retirava as famigeradas lombas nas passadeiras das ruas da cidade e quem conduz em Tomar perceberá com certeza o porquê.Costuma contribuir para o Banco Alimentar Contra a Fome?Sim, todos os anos o faço. Não me custa ajudar, embora seja da opinião que com o nível de impostos que o Estado cobra, deveria e tem a obrigação de ser o primeiro a acorrer aos casos de necessidade e emergência social.Já alguma vez participou ou ganhou alguma coisa num concurso?Participei uma vez num concurso televisivo mas nada ganhei como prémio. Ganhei uma experiência naquele ambiente televisivo.Qual é o seu provérbio popular preferido e porquê?“Chuva em noite de lua cheia são 30 dias de cheia”. Gosto simplesmente porque sim.Se encontrasse uma lâmpada mágica qual era o desejo que pedia?Acho que pedia aquilo que todas as pessoas pediriam: saúde, dinheiro, sucesso profissional, para mim e para os meus. Que me ajudasse todos os dias a tornar-me uma pessoa melhor. E, já agora, que o Benfica fosse todos os anos campeão.

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