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Não há fundos comunitários para novos equipamentos de solidariedade social

Não há fundos comunitários para novos equipamentos de solidariedade social

Revelação feita em sessão de esclarecimento da Nersant sobre Apoio à Economia Social
“O novo quadro comunitário diz não ao betão, não ao betão, não ao betão”, frisou Tiago Leite, director do Centro Distrital de Santarém da Segurança Social, durante uma sessão de esclarecimento sobre “Apoio à Economia Social”, promovida pela Nersant - Associação Empresarial da Região de Santarém, em Torres Novas, na tarde de terça-feira, 7 de Abril. O responsável falava para representantes de várias Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) e outras associações do distrito. “O tempo que temos agora é, cada vez mais, de capacitação, de tornar viável aquilo que já existe e, obviamente, a eficiência energética está na ordem do dia”, referiu Tiago Leite.A sessão, que juntou provedores de várias misericórdias, entre outros convidados, teve como principal objectivo, informar, esclarecer e sensibilizar para as principais questões dos apoios comunitários que passam a estar disponíveis a partir de Outubro de 2015, sendo frisado por António Campos, director executivo da Nersant, que as instituições ligadas à “economia social” representam 5,5 por cento do emprego nacional. “Queremos ser um parceiro activo junto da economia social porque se o sector da economia social estiver bem as empresas também estão bem”, disse.O director da Segurança Social de Santarém disse que vão existir bastantes fundos para quem quiser apostar na eficiência energética dos edifícios e para algumas obras de requalificação como, por exemplo, a mudança de caixilharia das janelas, do telhado ou ampliação de cozinha ou lavandaria. “Não pensem em triplicar as vossas instalações. Desculpem falar com esta franqueza mas é preferível desiludir-nos antes de gastarmos dinheiro em projectos que não vão ser exequíveis”, atestou Tiago Leite. O responsável disse que a eficiência energética tem que passar a ser vistas pelos dirigentes das IPSS como “um investimento” dado que vai ter retorno de capital.Tiago Leite disse ainda que 20 por cento do valor total do quadro comunitário vai ser destinado para medidas de inclusão social. “É esta preocupação que vamos ter que ter, concelho a concelho, instituição a instituição”, sublinhou. Acrescentou ainda que é importante criar programas em cada local para metas que são ambiciosas: acabar com o abandono escolar, reduzir a pobreza, capacitar as pessoas para arranjarem novos empregos e promover acções de formação.
Não há fundos comunitários para novos equipamentos de solidariedade social

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