
Central de Cervejas dá apoio de 100 mil euros a famílias carenciadas
Protocolo com Câmara de Vila Franca de Xira proporciona ajuda alimentar a mais de 500 famílias do concelho por ano. Ao longo dos últimos nove anos já foram distribuídos mais de um milhão de euros.
A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e a Sociedade Central de Cervejas (SCC) assinaram, no dia 28 de Abril, pelo décimo ano consecutivo, um protocolo que visa apoiar famílias carenciadas do concelho. Este ano, a verba atribuída pela empresa é de 100 mil euros, destinados exclusivamente ao apoio alimentar de mais de 500 famílias. Na cerimónia de assinatura, nas instalações da cervejeira, em Vialonga, estiveram, entre outros, o presidente da autarquia, Alberto Mesquita, e o presidente da Comissão Executiva da SCC, Ronald den Elzen.“Este compromisso é uma prioridade para a SCC, que surge no âmbito da nossa política de responsabilidade social. Para nós é fundamental participar no apoio social da região onde está localizada a fábrica de Vialonga, mantendo, desde 2009, o apoio às famílias mais carenciadas do concelho de Vila Franca de Xira”, sublinhou Ronald den Elzen.Já o líder da autarquia não podia ser mais claro quanto à importância do apoio recebido. “Ao longo de nove anos foram distribuídos mais de um milhão de euros em apoio social a mais de 500 famílias por ano. É, por isso, justo reconhecer esta atitude de responsabilidade social. Ainda mais nos tempos que correm. Há famílias no concelho que vão ter menos dificuldades graças a este protocolo”, explicou.Por seu turno, a vereadora com o pelouro da acção social, Fátima Antunes, explicou qual a aplicação concreta dos 100 mil euros. “Destinam-se à aquisição de bens alimentares, com uma lista de produtos e quantidades que variam consoante a tipologia das famílias. Colaboramos com parceiros de outras instituições na distribuição às famílias, em articulação com os técnicos que fazem uma avaliação das necessidades de cada uma”.A responsável evidenciou ainda que o cenário de crise no país se tem reflectido num aumento da procura deste tipo de ajuda. “O ano passado tivemos uma média de apoio de 476 famílias por mês. Este mês de Março já estávamos em 512 famílias, sendo que as famílias com maior número de agregado familiar têm aumentado, o que dá uma maior quantidade de bens distribuídos e, por isso, crescem os custos. Tem a ver sobretudo com desemprego”, enfatizou.

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