
Atletas da região fizeram mais de 1000 quilómetros em BTT ao longo do Tejo
Seis atletas participaram, este ano, na TransIbérica em BTT Tejo/Tajo Vivo, que consistiu num percurso de 1210 quilómetros, feito em bicicleta de todo-o-terreno, entre a nascente do Tejo, na Serra de Albarracín (Espanha) e a foz, em Lisboa, sempre ao longo do rio, com o objectivo de alertar para a necessidade de desenvolvimento das zonas ribeirinhas.A dura prova foi feita entre os dias 18 e 30 de Maio e foi dividida em 13 etapas (entre os 70 e os 100 quilómetros diários), nove delas integralmente em território espanhol. Os ciclistas entraram em Portugal no dia 27 de Maio e tiveram uma sempre especial chegada a Abrantes no dia seguinte (28). Especial pela beleza do local de chegada, o castelo, mas também pela calorosa recepção de que foram alvo.Um dos atletas a fazer a travessia foi Ricardo Salgueiro, de 27 anos, natural de Abrantes. “Este ano ia muito mais preparado que no ano passado. Preparei-me especificamente, mas é muito duro porque são etapas muito longas. O porquê de participar? Eu sempre estive ligado às bicicletas. Comecei com 14 anos a fazer crosscountry olímpico. Depois tive um problema de saúde, estive dois anos parado, e quando retomei comecei a fazer maratonas e ultramaratonas (100/150 quilómetros). Tive conhecimento desta travessia e gostei. Tanto que fiz o ano passado e este ano regressei”, contou a O MIRANTE na chegada a Abrantes.O atleta diz que para o ano espera que volte a haver a TransIbérica e que haja mais inscritos porque o ambiente entre atletas não podia ser melhor: “Começamos como amigos e acabamos como família. São 13 dias em partilha de conhecimentos e de emoções”.

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