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31 anos do jornal o Mirante

O MIRANTE passa para a empresa Valedotejo e muda sede social para Santarém

Novidades anunciadas pelo director-geral do jornal Joaquim António Emídio

Novos sites do jornal estão a ser desenhados pela equipa gráfica responsável pelas edições web do grupo Impresa, nomeadamente do semanário Expresso e da revista Visão. O MIRANTE muda de empresa proprietária 28 anos depois da sua fundação embora não mude de proprietários.

Ao fim de vinte e oito anos de existência, O MIRANTE deixa de pertencer à sociedade Joaquim António Emídio e Maria de Fátima Emídio, com sede na Chamusca, passando para a posse da empresa Valedotejo - Comunicação Social Ldª, com sede em Santarém.A informação foi tornada pública na quinta-feira, 10 de Dezembro em Benavente, no decurso da cerimónia de entrega dos galardões “Empresa do Ano”, iniciativa que O MIRANTE realiza há 15 anos em conjunto com a Associação Empresarial de Santarém - NERSANT.Falando para galardoados, empresários, autarcas e convidados em geral, que marcaram presença no cine-teatro municipal, o director-geral de O MIRANTE, Joaquim António Emídio, anunciou também que a renovação dos sites do jornal (semanal e diário), está a ser feita pelos designers gráficos que têm a seu cargo os sites das publicações do grupo Impresa, nomeadamente do jornal Expresso e da Revista Visão.Como é sabido O MIRANTE tem uma parceria com o jornal Expresso distribuindo semanalmente cerca de dez mil exemplares da sua tiragem juntamente com o semanário de Francisco Pinto Balsemão. A distribuição é feita nos 21 concelhos da área de influência de O MIRANTE.Com uma organização diferente outro galo cantariaO director geral de O MIRANTE disse ainda que a parceria existente com a NERSANT para a atribuição anual do Galardão Empresa do Ano se vai manter e reforçar e lembrou que se mantêm os pressupostos que estão na sua génese.“A iniciativa Galardão Empresa do Ano, que nasceu há 15 anos, foi fruto da nossa dedicação e do nosso empenho em trabalhar com as empresas. Aliamo-nos à NERSANT que é líder na relação com as empresas e com empresários e, com mais ou menos justiça, temos vindo a cumprir a nossa missão de dar visibilidade a quem investe na região, criando riqueza e qualidade de vida.”, afirmou.Depois de se referir à região do Ribatejo como uma das melhores do mundo para viver e trabalhar, Joaquim António Emídio lamentou a inexistência de outro tipo de organização administrativa regional. “Se fossemos mais inteligentes como organizações; se déssemos mais valor àqueles que trabalham do que àqueles que se aproveitam do nosso trabalho; se repartíssemos melhor, com os da nossa região, aquilo que temos para dar, outro galo cantaria. Não falo, nem penso, em candidatarmos o nosso espírito de solidariedade a património da humanidade. Falo em candidatarmos a nossa inteligência emocional a favor de uma região que não devia ser Médio Tejo e Lezíria do Tejo, nem Ribatejo e Vale do Tejo, mas tudo isso e ‘mais umas botas’ como diz a sabedoria popular, no que respeita à criação de poder, ao nível daquilo que os nossos vizinhos espanhóis fazem tão bem (...)”, declarou.

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