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Se comunico uma infracção não devo ser obrigado a apresentar uma queixa

Edição de 18.09.2019 | O MIRANTE dos Leitores

Que em pleno século XXI haja quem ainda não recicle não será muito estranho. Afinal há pessoas idosas que não tiveram uma educação que as alertasse para isso nem filhos ou netos que lhes explicassem como se faz. Provavelmente também eles deitam tudo para o lixo indiferenciado. Mas haver quem, em vez de levar o lixo para o caixote mais próximo, o deixe em frente a casa, à beira da estrada, junto a um silvado, e lhe pegue fogo seja Inverno seja Verão, independentemente de no conteúdo haver latas de atum ou frascos de feijão que nunca vão arder, é para mim incompreensível.
Todos os dias ouço na rádio a campanha da Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais “Portugal Chama” que pretende mobilizar os portugueses contra os incêndios. “O perigo está aí e cabe a todos nós agirmos (…) protegendo as aldeias e alertando para comportamentos de risco”, dizem. Mas na realidade de nada vale alertar.
Quando expus o problema na GNR a primeira coisa que fizeram foi entregar-me o formulário para registar uma queixa. Não seria mais pedagógico deslocarem-se ao local e sensibilizarem a infractora para o perigo, uma vez que não ouve os vizinhos? Afinal o que querem as autoridades, cidadãos conscientes ou bufos?
José da Silva

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