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Armazém cai aos bocados no centro histórico de Santarém
Lurdes Paulino e Joaquim Vieira, junto ao prédio em ruínas, temem pela sua segurança

Armazém cai aos bocados no centro histórico de Santarém

Imóvel degradado na Calçada de Mem Ramires dá má imagem e representa risco.

Edição de 05.08.2020 | Sociedade

Um armazém devoluto na Calçada de Mem Ramires, no centro histórico de Santarém, tem vindo a cair aos bocados e levou a novo corte de trânsito na zona. No dia 22 de Junho caiu parte da fachada. O imóvel degradado, propriedade privada, continua a representar perigo e a saída do centro histórico de Santarém faz-se agora apenas pela rua da Biblioteca Municipal Braancamp Freire.
Joaquim Vieira, de 70 anos, reside há 45 anos na Calçada de Mem Ramires. O reformado conta que a mulher, de tempos a tempos, tem de ser transportada para o Hospital de Santarém. Com a rua cortada a ambulância tem de parar no Largo de Mem Ramires, complicando toda a logística.
No ano passado o morador teve de sair da casa onde residia por falta de condições de habitabilidade para ir para outro edifício na mesma rua, onde há outros prédios em más condições. Lurdes Paulino, 77 anos, vive há meio século na rua, com o filho, de 56 anos, com deficiência auditiva. Receia viver nessa rua, mas tem de se “aguentar”. “Se me dessem uma casa, ia daqui para fora, mas como não me dão nada mantenho-me por aqui. Também não posso pagar mais porque só recebo uma pensão miserável de 300 euros”, desabafa a O MIRANTE.
Mais recentemente, o trânsito também esteve cortado nessa zona devido ao despejo dos moradores de um prédio em risco de ruína ao fundo da rua, junto ao Largo Mem Ramires. Uma medida tomada por razões de segurança.

Armazém cai aos bocados no centro histórico de Santarém

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