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Antigo mercado de Salvaterra de Magos é uma nódoa no centro da vila
João Nunes pede limpeza urgente do antigo mercado municipal

Antigo mercado de Salvaterra de Magos é uma nódoa no centro da vila

Presidente do município promete que até ao final do mandato o degradado edifício será demolido e o terreno transformado num parque de estacionamento gratuito. Moradores dizem que se trata de um caso de saúde pública.

Edição de 05.08.2020 | Sociedade

Os moradores e lojistas junto ao antigo mercado municipal de Salvaterra de Magos desesperam com a degradação e falta de limpeza do edifício que está há mais de uma década ao abandono. Quem ali vive queixa-se não só da acumulação de lixo dentro do imóvel, mas também do mau cheiro e da presença de ratazanas e pombos no local.
Contactado por O MIRANTE, o presidente do município, Hélder Esménio, recorda que, no tempo em que Ana Cristina Ribeiro era presidente de câmara, o edifício era utilizado como armazém municipal e, quando chegou à presidência, decidiu avançar com um projecto de requalificação do espaço que não saiu do papel devido a algumas divergências. Agora, Hélder Esménio promete que até ao final deste mandato (em 2021) o edifício será demolido e o terreno transformado num parque de estacionamento gratuito, colmatando um dos problemas que a vila tem naquela zona que conta com diversos serviços e comércio.
João Nunes, 36 anos, gere o Talho do Canto há três anos. Na altura, explica, o edifício já estava em mau estado, mas sempre pensou que o edifício fosse remodelado tal como a zona envolvente. Apesar de não lhe ter afectado o negócio, confessa que muitos clientes têm reclamado e estão a evitar levar crianças consigo. “Deviam ter mais respeito por este espaço, pois apesar de estarmos num beco, encontramo-nos no centro da vila”, diz o talhante indignado com a inércia do município.
Também Diana Caniço, residente há 10 anos em frente ao antigo mercado municipal, já se habituou a conviver com aquilo que chama de “porcaria”. São pombos que invadem a varanda, animais roedores que entram a qualquer hora para a garagem e o mau cheiro, sobretudo nos dias mais quentes, que a impede de abrir janelas e portas.
A residente em Salvaterra de Magos refere que está farta de expor o assunto na câmara municipal e ao presidente da autarquia, mas acaba sempre por receber a mesma resposta: o caso vai ser resolvido brevemente. “Queremos uma acção rápida porque isto é uma questão de saúde pública”, garante Diana Caniço.

Antigo mercado de Salvaterra de Magos é uma nódoa no centro da vila

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