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Zona ribeirinha do Arripiado ao abandono
Passeio ribeirinho e cais fluviais estão em mau estado de conservação

Zona ribeirinha do Arripiado ao abandono

A zona ribeirinha da aldeia está a degradar-se aos poucos. A população da aldeia critica a forma como a autarquia tem gerido a manutenção do espaço. Câmara da Chamusca reconhece que não consegue recrutar empresas.

Edição de 05.08.2020 | Sociedade


A aldeia do Arripiado (Chamusca) tem o seu passeio ribeirinho ao abandono. Os dois cais fluviais, o militar e o de São Marcos, estão em mau estado e algumas das estruturas estão fora do sítio desde o Inverno passado quando uma tempestade atingiu a aldeia. O executivo da Câmara Municipal da Chamusca fez saber em reunião camarária que está a tentar resolver o problema. Mas as empresas que tem contactado prometem prazos para o início das obras que depois não cumprem.
Habitantes do Arripiado, com quem O MIRANTE conversou numa visita ao local, não compreendem como é que os autarcas se têm desleixado na manutenção do espaço ribeirinho que marca a diferença no concelho da Chamusca e na região. O espaço, dizem, está a degradar-se todos os dias e o melhor exemplo disso é o passadiço cheio de ervas e perigoso para quem o frequenta.
O caso do Cais Militar é ainda mais gravoso já que o estrado colocado em cima da estrutura de ferro está agora em terra como é visível numa das imagens que acompanham este texto. Situação ainda mais perigosa para quem, menos sensato, resolver utilizar o cais nas condições em que se encontra.
O Arripiado é conhecido como a Aldeia do Tejo. A beleza natural desta localidade é caracterizada pela sua paisagem ribeirinha, banhada pelo rio Tejo, pela sua cascata e pelo património histórico, cultural e de lazer, casos da Zona Verde do Nateiro, da Praça da Barca, da Igreja de S. Marcos, do Parque de Merendas e das casas pitorescas envolvidas por flores. É o único lugar ribeirinho do concelho da Chamusca onde a autarquia investiu em infra-estruturas. O largo principal tem uma escultura de José Coelho e no Miradouro do Almourol, outro lugar de eleição a pouca distância do cais, pode ver-se uma escultura de João Cutileiro.

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