Leandro Nogueira
Colaborador da Chaves e Família. 25 anos, Santarém.
Já alguma vez foi mandado parar numa operação stop?
Sim e reagi de forma tranquila até porque já estava à espera. Tinham-me avisado que por onde iria passar estavam a fazer uma operação stop e tinha tudo em ordem.
À mesa, branco ou tinto?
Prefiro branco acompanhado de peixe grelhado.
Qual o alimento que não comia nem que lhe pagassem?
Como praticamente tudo mas se tivesse que enumerar um eram os figos... Não consigo mesmo comer!
Sabe cozinhar ou prefere apreciar a comida no prato?
Não sei cozinhar. Consigo desenrascar-me mas não mais do que isso portanto prefiro apreciar a comida no prato.
Dá dinheiro aos arrumadores?
Normalmente sempre que tenho moedas no bolso dou aos arrumadores, por pouco que seja. Não tenho uma opinião formada mas é algo que não me incomoda. Muitas das vezes o dinheiro não vai para as melhores coisas mas cada qual sabe de si.
Acha que o sistema de justiça funciona em Portugal?
A justiça funciona mas funciona mal! Os verdadeiros culpados nunca são devidamente castigados e a maior parte deles acaba em liberdade, o que é inadmissível em alguns crimes que são cometidos. Violadores por exemplo, jamais deveriam ser libertados.
Sente que seria capaz de ser um bom primeiro-ministro?
Não sou o maior dos fãs de política e a responsabilidade que um cargo desses exige é de muito respeito. Tomam-se decisões que não agradam a todos, o que por si só demonstra a dificuldade do cargo, mas se fossemos por aí, sim, daria um bom primeiro-ministro. Não tenho receio de tomar decisões mesmo que não acabem por ir ao encontro do que a maioria acha.
Qual foi a maior loucura que fez pelo seu clube?
Sou do Sporting e um adepto bastante fervoroso! Não sou de cometer muitas loucuras no que toca a futebol mas já apostei uma quantia considerável na vitória do Sporting e felizmente até acabou por correr bem.
Se lhe saísse o Euromilhões qual era a primeira coisa que fazia?
A sensação de ganhar uma quantia tão elevada como a do euromilhões é algo que não consigo sequer imaginar. Não sei como reagiria mas a primeira coisa que faria era pagar tudo o que haveria para pagar no que toca a despesas minhas e das pessoas da minha família. Abriria também um negócio para rentabilizar o dinheiro.
É adepto das redes sociais?
Passo bastante tempo nas redes sociais até porque para mim, é uma ferramenta de trabalho. Tenho um grupo de apostas desportivas, o All In - Apostas Desportivas”, e é algo que me ajuda a publicitar o grupo e a chegar ao maior número de pessoas possível. No que toca às pessoas acho que acaba por “aproximar” dada a facilidade de comunicação. Facebook, Instagram e Twitter são as minhas principais redes sociais.
Custa-lhe levantar de manhã para trabalhar?
Se dormir pouco, sim mas tento regular os meus horários para dormir o tempo suficiente para no dia seguinte acordar bem e passar o dia da melhor forma possível. O cansaço torna-nos menos produtivos e não quero isso.
Qual a tradição que nunca podemos deixar morrer?
Existem muitas tradições que não se podem perder mas destaco a gastronomia porque somos um país que ama comer e onde se come melhor. Que nunca percamos o bom que é comer e apreciar boa comida.
Prefere Verão ou Inverno?
Neste momento o Inverno! O calor no Verão torna-se insuportável e o frio conseguimos suportar muito mais facilmente. E depois a nostalgia que o Inverno nos traz é linda!
Qual é o seu percurso profissional?
Estudei Desporto no Liceu em Santarém e mal acabei de estudar comecei logo a trabalhar na Chaves & Família onde estou há quatro anos.
Gosta de grandes reuniões familiares?
Felizmente a minha família sempre se deu lindamente e regularmente juntamo-nos para almoços ou jantares. É algo que adoro pela união e carinho que nutrimos uns pelos outros.
Era capaz de viver sem música?
A música faz parte dos meus dias e não me imagino sem ela... Gosto de todo o tipo de música, desde a clássica à mais pimba que pode haver.
Como gostaria de ser recordado?
Dou muita importância ao sermos bons para os outros e ajudar o máximo que pudermos, mesmo que não conheçamos quem estamos a ajudar. Gostaria de ser recordado por isso. Alguém que num mundo tão cruel fazia o bem perante todos, sempre que possível.