Vila Franca de Xira vai estudar criação de uma feira anual do livro
Proposta apresentada pela coligação Nova Geração visa ser ponto de encontro entre escritores e leitores.
A Câmara de Vila Franca de Xira vai estudar a possibilidade de criar uma feira anual do livro, que impulsione o comércio local, dinamize os espaços públicos e reforce o posicionamento do município como centro de promoção cultural. A proposta foi apresentada na última reunião de câmara por David Pato Ferreira, da coligação Nova Geração (PSD/PPM/MPT), que defendeu a feira do livro como ponto de encontro entre escritores, editores, livreiros e leitores, promovendo o livro e a leitura como pilares importantes da identidade cultural e desenvolvimento social do concelho. “À imagem de outros eventos da Área Metropolitana de Lisboa e à escala e dimensão do nosso concelho, pretende ser espaço que impulsione o comércio local, dinamize os espaços públicos e reforce o posicionamento do município como centro de promoção cultural. A ideia é que a feira seja feita em parceria com as juntas de freguesia e a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros”, propôs o vereador. A proposta, aprovada por unanimidade, sugere que o município promova as diligências necessárias para criar a feira, e que a mesma traga vários escritores.
“Não sabemos em que cidade a realizar, é uma questão a discutir a seguir, em que freguesias, se é feira fixa ou itinerante; é um modelo que pode ser discutido no futuro. O que nos parece é que VFX merece ter uma feira do livro de monta e a nossa ideia é que o modelo seja aberto a discussão”, vincou David Pato Ferreira.
Para o presidente do município, Fernando Paulo Ferreira (PS), a proposta é interessante e permitirá fazer uma reflexão já para o próximo mandato autárquico. Referiu que a autarquia já está a desenvolver com a associação Palavra Cantada uma feira do livro. “Mas queremos mais do que uma feira do livro, queremos fazer um grande encontro literário no concelho que vá além da feira, para os autores poderem vir a VFX fazer não só a apresentação das obras como participar, por exemplo, em residências artísticas”, defendeu.