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A violência de transferir doentes não urgentes entre hospitais do Médio Tejo durante a madrugada

Volto a um assunto sobre o qual escrevi para secção dos leitores de O MIRANTE, em Junho de 2022. Trata-se do transporte de doentes entre os hospitais do Centro Hospitalar do Médio Tejo (Abrantes, Tomar e Torres Novas), não por necessidade dos mesmos, nem para seu bem, mas por mera conveniência da gestão dos serviços de internamento.
Repito o que então escrevi. Não é humano é que ocorram transferências, não urgentes, de doentes, entre hospitais, durante a noite e a madrugada. E isso continua a acontecer. A gestão de vagas dos serviços de internamento ou as falhas e eventuais interesses das empresas que transportam doentes não urgentes, não devem estar acima do bem-estar dos doentes.
Acordar a meio da noite um doente em sofrimento, que já está sujeito à violência de estar num ambiente estranho e que, na maior parte das vezes está desorientado, para o meter numa ambulância e o levar para outro hospital, não deveria acontecer, mas continua a acontecer. E não há quem ponha cobro a isso.
Rui Ricardo

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