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Central única da Protecção Civil em VFX já responde a setenta ocorrências por dia

A funcionar desde Outubro do ano passado, a Central Municipal de Operações de Socorro concentra todo o trabalho de recepção e despacho de pedidos de emergência que são dirigidos às seis corporações de bombeiros do concelho de Vila Franca de Xira.

A Central Municipal de Operações de Socorro (CMOS) de Vila Franca de Xira está a dar resposta, em média, a cerca de 70 ocorrências de emergência por dia, desde que foi criada em Outubro do ano passado no quartel dos bombeiros da cidade. Os primeiros dois meses de actividade têm confirmado o papel relevante da central, que concentra num só local o trabalho de recepção e despacho dos pedidos de emergência que são dirigidos às seis corporações de bombeiros do concelho, permitindo uma resposta mais rápida, eficaz e organizada às solicitações.
Só no mês de Outubro, segundo a protecção civil, foram registadas 2.094 ocorrências a dar entrada na central, que é coordenada pelo Serviço Municipal de Protecção Civil (SMPC) e funciona em permanência, 24 horas por dia, contando com 15 operadores especialmente formados para estas funções.
Aquando da inauguração da central, António Carvalho, coordenador do SMPC, já tinha explicado alguns dos princípios base da central, que é inovadora no país. “Por exemplo, os Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU), quando precisam de uma ambulância, não precisam ligar para vários corpos de bombeiros, basta ligar para a CMOS”, explicou. Os desafios estão na organização conjunta das corporações, com dois agrupamentos, um a norte, outro a sul, em que os bombeiros vão responder em articulação.
Para que isso aconteça houve um reforço dos profissionais das associações humanitárias, para passar dos 52 para 90, permitindo uma resposta profissional à primeira intervenção e teve de haver também um reforço de viaturas e equipamentos. A par do avanço tecnológico, as corporações tiveram também de ser dotadas de “meios de redundância”, como telefones satélite e geradores de emergência.
O presidente da Câmara de Vila Franca de Xira, Fernando Paulo Ferreira, já tinha enaltecido o esforço conjunto que tornou possível o avanço da central, que esteve em discussão durante mais de meia década, marcada por avanços e recuos, mas que culminou numa solução considerada robusta e consensual. “Este parece um ponto de chegada, mas é mais um ponto de partida”, sublinhou o autarca aquando da inauguração da central.

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