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Toiro bravo fugiu e abalroou carro na EN118 em Benavente

A circulação rodoviária esteve condicionada durante a manhã de sexta--feira, 13 de Março, na Estrada Nacional 118, na zona industrial de Vale Tripeiro, após um toiro bravo ter escapado de uma ganadaria e deambulado junto à via.

Um automóvel ligeiro sofreu danos depois de ter sido atingido por um toiro que se encontrava à solta na Estrada Nacional 118, em Benavente, durante a manhã de sexta-feira, 13 de Março. O animal surgiu junto à via, nas imediações da zona industrial de Vale Tripeiro, apanhando de surpresa vários automobilistas e obrigando os condutores a abrandar e a redobrar cuidados para evitar acidentes. Durante o episódio, o bovino acabou por atingir uma viatura, provocando danos na carroçaria e deixando um dos pneus furados. Apesar do aparato, não houve registo de feridos.
O toiro pertence à ganadaria Alves Inácio e terá escapado depois de partir uma vedação enquanto brigava com outros machos no campo. Em declarações a O MIRANTE, Rita Rolo, administrativa da exploração, explicou que os animais se encontram juntos e “por serem toiros bravos, de vez em quando brigam uns com os outros”, tendo essa disputa provocado a ruptura da vedação e a fuga do animal.
Assim que se aperceberam da situação, os responsáveis da ganadaria iniciaram de imediato a perseguição ao toiro, com o maioral Rui Silva a cavalo, e alertaram a Guarda Nacional Republicana, tendo em conta o risco para o trânsito na estrada nacional. De acordo com a responsável, o animal, habituado a ser tratado diariamente com farinha e feno, encontrava-se assustado após a briga e limitou-se a fugir. “Ele não marrou em nada, estava assustado, o sentido dele era fugir. É o instinto animal”, explicou.
Com a colaboração das autoridades, o toiro foi encaminhado através da herdade até outro portão e conduzido a cavalo até aos currais, onde ficou recolhido para ser observado por um veterinário. A vedação foi também reparada. A herdade, que abrange cerca de 600 hectares entre o Monte Cunha e o Porto Seixo, obrigou a uma operação complexa para conduzir o animal para uma zona segura. “Deu cá uma trabalheira, foi mesmo uma típica sexta-feira, 13”, comentou Rita Rolo. A GNR e a ganadaria estiveram em sintonia devido aos danos provocados no automóvel, situação que, segundo a administração, será resolvida através dos seguros, garantindo que ninguém ficará prejudicado.

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