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Videovigilância em Vila Franca de Xira autorizada por mais três anos

Foi renovada na última semana, pelo Governo, a autorização de utilização do sistema de videovigilância no concelho de Vila Franca de Xira, por um período de três anos, de acordo com o despacho publicado em Diário da República. O sistema, instalado em 2018, é composto por 20 câmaras, espalhadas pela cidade de Vila Franca de Xira, em particular no passeio pedonal ribeirinho, e tem como principal objectivo dissuadir os actos de vandalismo. No seu despacho, o director nacional da Polícia de Segurança Pública requereu a renovação do sistema justificando fundamentos de segurança para manter o sistema em funcionamento, que ficará a cargo da PSP, entidade que ficará responsável, como até aqui, pela conservação e tratamento dos dados das câmaras que funcionam 24 horas por dia.
Vários casos de vandalismo em Janeiro nas cidades de Vila Franca de Xira e Póvoa de Santa Iria, recorde-se, deixaram indignados vários moradores, como O MIRANTE deu nota. E na madrugada do dia de Natal do ano passado alguém destruiu mais de uma dezena de floreiras existentes na Rua Almirante Cândido dos Reis, no centro de VFX, tendo derrubado também vários chapéus de sol das esplanadas. Dias antes, na zona ribeirinha da Póvoa de Santa Iria, também alguém danificou bancos e outros equipamentos públicos, incluindo caixotes do lixo que foram derrubados.
A situação tem preocupado o presidente da Câmara de Vila Franca de Xira, Fernando Paulo Ferreira, que anunciou a intenção de aumentar as áreas de videovigilância nas áreas urbanas do concelho. Actualmente as duas dezenas de câmaras de vigilância no concelho abrangem uma área com 3,5 quilómetros de extensão, incluindo o caminho pedonal ribeirinho, parque urbano do Cevadeiro e Jardim Municipal Constantino Palha.
“Estamos a trabalhar e já reuni com as forças de segurança no sentido de alargarmos o sistema de videoprotecção. Já alargámos as zonas no mandato passado e vamos agora alargar para outras zonas urbanas”, anunciou o autarca. Apesar de continuar a dizer que o concelho “está muito longe” dos níveis de criminalidade de outros concelhos da Área Metropolitana de Lisboa, o autarca entende que tanto a PSP como a GNR precisam de reforçar o policiamento e voltou a não considerar a polícia municipal como solução.

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