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Mulheres criam Movimento Apolo para viver melhor depois dos 40
Viver melhor depois dos 40 motivou a criação do Movimento Apolo  - foto DR

Mulheres criam Movimento Apolo para viver melhor depois dos 40

Envelhecer não é sinónimo de declínio, solidão ou de uma vida menos activa e interessante. É o que se propõe a provar o grupo de mulheres de Santarém que integra o Movimento Apolo Mulheres 40+. Fundado a 11 de Março por Carla Silva, o movimento tem o objectivo de dar voz a mulheres que, depois dos 40 anos, escolhem recomeçar. “Nunca é tarde para recomeçar, e nenhuma mulher deve fazê-lo sozinha”, referem. O projecto, que integra a Associação Apolo Aitdance de Santarém, entidade reconhecida na área da dança desportiva e cultural, conta actualmente com dez mulheres e assenta nos C.U.R.A. - Coragem, União, Recomeço e Amor-próprio. O grupo quer promover encontros, eventos culturais, partilhas e iniciativas de auto-conhecimento. “O Movimento Apolo Mulheres 40+ nasce da experiência, da maturidade e da vontade de continuar a viver com intensidade. Não é sobre idade. É sobre energia. É sobre mulheres que já viveram muito e ainda querem viver mais”, refere o movimento que tem uma viagem agendada para Marrocos em Abril e, antes disso, vai realizar eventos ao ar livre, focados no desenvolvimento pessoal e na partilha de experiências. Um deles vai acontecer a 12 de Abril, pelas 10h30, na Quinta das Trigosas, dedicado à meditação e auto-conhecimento. A direcção é composta por Carla Silva, Matilde Silveira, Cláudia Suspiro, Angelina Libório, Delita Ferreira e Alexandra Godinho. As restantes fundadoras são Paulina Mirão, Gina Coelho, Ana Margarida e Liliana Santos.

Mulheres criam Movimento Apolo para viver melhor depois dos 40

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