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Médio Tejo discutiu resposta a tempestades, cheias e ondas de calor

Episódios registados em Janeiro, associados ao chamado “comboio de tempestades”, voltaram a evidenciar a necessidade de coordenação entre entidades.

A Unidade Local de Saúde do Médio Tejo promoveu uma conferência online sobre a resposta do Serviço Nacional de Saúde aos fenómenos climáticos extremos, num tempo em que tempestades, cheias, vagas de frio e ondas de calor deixaram de ser episódios excepcionais para passarem a integrar a rotina de risco dos territórios. A iniciativa, intitulada “Fenómenos Climáticos Extremos: Antecipação e Resposta no SNS”, foi organizada pela Unidade de Saúde Pública da ULS Médio Tejo.
O seminário juntou responsáveis nacionais e regionais da área da saúde, protecção civil e saúde pública. No centro da conferência esteve o trabalho desenvolvido pela Unidade de Saúde Pública da ULS Médio Tejo na antecipação e resposta a fenómenos climáticos extremos. Em destaque esteve um modelo preditivo local de temperaturas extremas e um Plano de Coordenação, Antecipação e Resposta no Apoio à População sujeita a Fenómenos Climáticos Extremos, que articula unidades do SNS no Médio Tejo com a protecção civil, autarquias, instituições sociais e outros parceiros. A iniciativa surge num contexto em que os fenómenos meteorológicos extremos têm colocado à prova a capacidade de resposta dos serviços públicos. Os episódios registados em Janeiro, associados ao chamado “comboio de tempestades”, voltaram a evidenciar a necessidade de coordenação entre entidades, planeamento antecipado e respostas rápidas no terreno, sobretudo junto das populações mais vulneráveis.
Com esta conferência, a ULS Médio Tejo procura reforçar o papel da saúde pública na preparação dos serviços e na articulação entre instituições, numa altura em que os impactos das alterações climáticas na saúde exigem respostas mais rápidas, coordenadas e próximas das populações.

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