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Orçamento de Abrantes cresce 22% a reboque dos fundos comunitários

Orçamento de Abrantes cresce 22% a reboque dos fundos comunitários

Ano de eleições autárquicas vai ser também ano de muitas obras

Edição de 09.11.2016 | Sociedade

O orçamento da Câmara de Abrantes para 2017 ronda os 32 milhões de euros, o que representa “um aumento de cerca de 22 por cento face ao ano anterior, que se deve ao quadro comunitário Portugal 2020 que está a começar a disponibilizar verbas para que os municípios façam aquilo a que se comprometeram”, explicou a presidente da autarquia, Maria do Céu Albuquerque.
A primeira grande obra, cuja empreitada começará ainda durante o ano de 2016, prende-se com a requalificação do Convento de São Domingos para a instalação do Museu Ibérico de Arqueologia e Arte (MIAA). Está prevista também uma intervenção no Vale da Fontinha para instalar os mercados e feiras e também estacionamento. Também está projectada a requalificação do Bairro de Vale de Rãs.
A recuperação do Edifício Carneiro para a instalação do Museu de Arte Contemporânea Charters de Almeida, a ampliação da Quartel Galeria Municipal, a requalificação do Castelo e zona envolvente, as obras da Igreja de São Vicente, da Igreja de Santa Maria do Castelo e o Colégio de Nossa Senhora de Fátima para a instalação do centro escolar da cidade.
A autarca destaca ainda o investimento nas freguesias mais rurais do concelho “nomeadamente na rede viária, seja pela repavimentação, ou pavimentação da estrada de Vale das Mós/São Facundo”. A ampliação dos cemitérios da Bemposta, Bicas, Vale das Mós, Alvega, Souto, Aldeia do Mato e Mouriscas também está prevista. Outras das obra que deve iniciar-se ainda durante este ano será a instalação da Unidade de Saúde Familiar no Rossio.

Taxas e impostos sem alteração
Em matéria fiscal o Município de Abrantes vai manter os mesmos valores de 2016. Em relação ao IMI mantém-se para os prédios urbanos em 4 por cento. A comparticipação no IRS também se mantém nos 4,5 por cento. “Há portanto um montante bastante avultado que fica nas famílias”, diz Maria do Céu Albuquerque.
No que toca à derrama vai manter-se a isenção para empresas com volumes de negócio inferiores a 150 mil euros e é aplicada a taxa de 1,5 por cento para volumes de negócios superiores a 150 mil euros.

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