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Tomar continua sem circuitos turísticos de trens de cavalos na cidade

Presidente do município justifica que não existem pedidos para atribuição de licença

Edição de 18.05.2017 | Sociedade

A coligação PS/CDU no executivo municipal de Tomar chumbou a proposta dos vereadores do PSD para restabelecimento dos circuitos turísticos de trens puxados por cavalos. A presidente da Câmara de Tomar, Anabela Freitas (PS), justificou a decisão da maioria com o facto da proposta não ter fundamento. “O regulamento municipal dos circuitos turísticos de trens a cavalo na cidade de Tomar encontra-se em vigor. A sua revogação não foi deliberada. Não existe, até ao momento, qualquer pedido de atribuição de licença. Para os circuitos turísticos de trens a cavalo funcionarem é necessário que os operadores peçam licença no município e até agora isso não aconteceu”, explicou a autarca.
Os vereadores do PSD, João Tenreiro e Beatriz Schulz, na proposta apresentada, referiram que é fundamental que exista esta actividade turística para impulsionar uma maior qualidade aos turistas que visitam Tomar. Após as explicações de Anabela Freitas, os vereadores do PSD leram a sua declaração de voto onde se mostraram “incrédulos” com o chumbo da proposta. “A coligação PS/CDU não tem como interesse prioritário o turismo no concelho”, considerou Beatriz Schulz. A presidente reforçou que compete aos operadores privados pedirem a licença para o circuito funcionar e que até agora não entrou nenhum pedido de licenciamento para este fim.
Estes circuitos turísticos em charretes com cavalos foi inaugurado em Agosto de 2013 pela mão do presidente da altura, Carlos Carrão (PSD). No entanto, o projecto foi sol de pouca de dura. Depois de ter tomado posse, em Outubro de 2013, a actual presidente decidiu, em Agosto de 2014, caducar as licenças de exploração. Anabela Freitas optou, na altura, por não renovar as licenças com base numa informação técnica.

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