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“É preciso ensinar o que os alunos precisam de aprender”

“É preciso ensinar o que os alunos precisam de aprender”

Presidente do Politécnico de Tomar quer captar mais alunos para a instituição e combater a ideia de que não vale a pena estudar no ensino superior porque não há empregos para os licenciados.

Edição de 02.11.2017 | Economia

O presidente do Instituto Politécnico de Tomar (IPT), Eugénio de Almeida, diz que é preciso combater a mensagem de que não vale a pena frequentar o ensino superior porque não vai haver empregos para os licenciados e quer contribuir para essa causa fazendo com que a instituição que lidera seja capaz de captar mais alunos. Para isso, os currículos têm de se adaptar às necessidades do futuro, ou seja, “é preciso ensinar o que os alunos precisam de aprender e não o que os professores sabem”.
Na cerimónia solene de abertura do ano lectivo que decorreu no dia 26 de Outubro, no Politécnico de Tomar, Eugénio de Almeida referiu que muitos dos actuais empregos vão desaparecer fruto do desenvolvimento tecnológico mas vai haver necessidade de milhares de quadros nas áreas das tecnologias de informação.
Eugénio de Almeida tem 51 anos, formação em Geofísica e há sete anos que é presidente do Instituto Politécnico de Tomar. Acredita que o futuro é desafiante e cheio de dificuldades, mas os intervenientes principais vão saber ultrapassar os obstáculos e, em conjunto com as autarquias, empresas e sociedade civil, contribuir para o desenvolvimento da região e de quem precisa do IPT.
Ana Abrunhosa, presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Centro, foi a convidada principal para a cerimónia e deixou claro que “os politécnicos têm um papel determinante no crescimento das regiões”. Por isso, acrescentou, “devem conseguir transformar o conhecimento que transmitem em riqueza para as regiões onde se inserem”.
A cerimónia solene terminou com a homenagem aos colaboradores do IPT há 25 anos. Foram distinguidos António Dias, Luís Filipe Moreira, Valentim Nunes, Rosa Fernandes e José Casimiro Pereira.

“É preciso ensinar o que os alunos precisam de aprender”

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