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Na mesma semana o fogo roubou-lhes a casa e a câmara deu-lhes um novo lar
Vítor e Maria João estão a ser ajudados pela segurança social local

Na mesma semana o fogo roubou-lhes a casa e a câmara deu-lhes um novo lar

Casal de Chaínça, nos arredores de Abrantes, ficou sem tecto devido a um incêndio mas a resposta social foi imediata.

Edição de 13.12.2017 | Sociedade

No dia 5 de Dezembro, Vítor Alegria, 45 anos, e Maria João Santos, 49 anos, ficaram sem tecto depois da casa onde viviam, na Chainça, arredores de Abrantes, ter sido destruída por um incêndio. Poucos dias depois, o casal já vivia numa nova moradia, disponibilizada pela Câmara Municipal de Abrantes.
A casa onde o casal vivia, na travessa de S. Lourenço, em Chainça, foi consumida pelas chamas, deixando o casal só com a roupa que trazia vestida. De acordo com os Bombeiros de Abrantes, que acorreram prontamente ao local, depois do alerta dos vizinhos, o incêndio terá tido origem numa fagulha que saltou da lareira, na cozinha da habitação. O facto de o casal estar a trabalhar num local ainda distante ajudou à rápida propagação das chamas.
Vítor Alegria disse a O MIRANTE que deixaram a lareira com lenha a arder, porque a casa era muito fria, e não pensaram que algo de mal pudesse acontecer. Vítor foi trabalhar a retirar entulho de uma casa ainda distante e Maria foi ajudá-lo, deixando a lareira desprotegida. “Foi um grande azar, ardeu a casa onde nasci”, lamentou Vítor.
A habitação onde o casal vivia era propriedade da Caixa Geral de Depósitos e o pai de Vítor, recentemente falecido, pagava uma hipoteca. Agora Vítor e Maria ainda não sabem qual o destino daquele imóvel. O casal foi acolhido pela Santa Casa da Misericórdia de Abrantes nas duas noites seguintes ao incêndio, mas a rápida actuação dos serviços sociais da Câmara de Abrantes e a intervenção do presidente da Junta de Freguesia de Abrantes e Alferrarede, Bruno Tomás, garantiram uma habitação social numa urbanização da cidade.
“Estamos muito contentes por todos nos terem ajudado e agora só queremos trabalho e saúde”, disseram a
O MIRANTE, reconhecendo que até vai ser bom viver em Abrantes, “porque podemos arranjar trabalho com mais facilidade”.
Na localidade de Chainça, os vizinhos do casal apaludiram a pronta ajuda da rede social ao casal, que consideram trabalhador e muito pacífico. “Merecem ser ajudados”, afirmou António Pereira, um dos vizinhos que alertou os bombeiros para o incêndio.

Na mesma semana o fogo roubou-lhes a casa e a câmara deu-lhes um novo lar

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