Sociedade | 09-09-2017 14:49

“José Falcão dizia que quando morresse gostava que fosse na arena, a tourear”

“José Falcão dizia que quando morresse gostava que fosse na arena, a tourear”

A arte de tourear corria-lhe nas veias e dela nunca teve hipótese nem vontade de fugir.

José Falcão, matador de toiros falecido em 1974, era um homem humilde, bom no desenho, galã de Povos e ainda hoje adorado por todos os que com ele privaram. O irmão mais novo, Osvaldo, e a cunhada, Celestina, recordam-no como alguém a quem a fama não subiu à cabeça. Os 75 anos do nascimento do toureiro foram assinalados em Vila Franca de Xira com o descerramento de uma placa comemorativa.


A arte de tourear corria-lhe nas veias e dela nunca teve hipótese nem vontade de fugir. José Falcão cresceu no meio dos toiros, não descendesse ele dos grandes Falcões de Vila Franca de Xira. Nunca quis ser outra coisa que não toureiro e era só a isso que brincava na infância. “Tínhamos um cão em casa dos nossos pais, aqui em Povos, quando éramos pequenos. Chamava-se Czar, era de porte médio e fazia as vezes de toiro, corria muito depressa e o meu irmão toureava-o”, conta Osvaldo Falcão, 73 anos, único irmão de José e que o conheceu melhor que ninguém.

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