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Licenças para novas construções diminuiram em 2002

Edição de 12.02.2003 | Economia
As licenças de obras emitidas em 2002 pelas câmaras municipais aumentaram 1,3 por cento, mas as de construção nova caíram 4,8 por cento, indicou o Instituto Nacional de Estatísticas (INE).Estes números significam que houve um crescimento nas licenças para recuperação e manutenção de edifícios suficiente para compensar a quebra nas construções novas.As licenças de obras de habitação recuaram 1,5 por cento no ano passado, com uma queda de 3,7 por cento nas autorizações emitidas para construção de habitação nova, enquanto o número de fogos licenciados caiu 8,0 por cento.As licenças de obras totais aumentaram em todas as regiões, à excepção da Madeira (menos 13,8 por cento) e em Lisboa e Vale do Tejo (menos 2,9 por cento). Pelo contrário, as licenças para construção nova só tiveram evolução positiva nos Açores (mais 21,3 por cento), revelando esta região autónoma também evoluções positivas para a habitação nova (33,8 por cento) e para os fogos novos licenciados (mais 146,8 por cento).Além dos Açores, só o Alentejo apresenta também aumentos em 2002 na construção de habitação nova autorizada e nos fogos novos, em ambos os casos com acréscimos de 1,5 por cento.Relativamente à construção nova, as maiores quedas no número de licenças concedidas verificaram-se nas regiões de Lisboa e Vale do Tejo e Madeira, ambas com decréscimos de 10,8 por cento.Quanto às autorizações de edificação de habitação nova em 2002, verificaram-se reduções de 10,9 por cento na Madeira, de 10,4 por cento em Lisboa e Vale do Tejo e de 4,0 por cento no Norte.No ano passado foram licenciados menos 25,3 por cento de fogos novos na Madeira, menos 14,9 por cento no Norte, menos 13,7 por cento no Algarve e menos 8,3 por cento em Lisboa e Vale do Tejo.O licenciamento de obras em Portugal teve uma evolução homóloga (face ao mesmo período do ano precedente) em Dezembro de 2002, com quebra de 2,0 por cento nas licenças totais emitidas e de 12,1 por cento nas construções novas.Em relação à habitação, o INE indica que se verificou uma descida de 8,2 por cento nas obras totais autorizadas pelos municípios e de 11,7 por cento na construção nova, enquanto as licenças para novos fogos caíram 22,1 por cento homólogos no último mês do ano.A queda no licenciamento de fogos novos em Dezembro é explicada pelas reduções na Madeira (45,4 por cento), em Lisboa e Vale do Tejo (menos 34,7 por cento), no Norte (menos 30,0 por cento) e no Centro (menos 23,6 por cento).Pelo contrário, o número de fogos licenciados em Dezembro mais do que duplicou nos Açores, subiu 37,0 por cento no Alentejo e aumentou 7,0 por cento no Algarve.O INE adianta que no ano passado 77,9 por cento das licenças de obras corresponderam a construções novas, das quais 85,3 por cento destinadas a habitação.Lusa

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