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Vândalos foram à escola

Vândalos foram à escola

Vidros partidos e salas devassadas por desconhecidos em Abrantes

Vidros partidos, salas devassadas, bancos lançados encosta abaixo e palavras obscenas inscritas no pavimento do recinto desportivo fazem parte do rasto de destruição deixado por desconhecidos na escola D. Miguel de Almeida, em Abrantes.

Edição de 28.01.2004 | Sociedade
A escola básica do 2º e 3º ciclos D. Miguel de Almeida, em Abrantes, foi vandalizada domingo, tendo sido partidos 25 vidros do edifício e espalhados livros, documentos e diversos materiais, informou fonte policial.As aulas estiveram interrompidas durante a manhã de segunda-feira e retomadas da parte da tarde. No dia seguinte, terça-feira, os vidros estavam todos repostos. “Pagámos 478 euros, porque foi feito um desconto pessoal”, disse O MIRANTE o presidente do conselho executivo, Rui Morais.Segundo o comando distrital da PSP, num dos blocos da escola foram partidos 23 vidros e vandalizadas 10 salas de aula, com armários no chão e papéis, livros e documentos (de alunos e professores) espalhados, o mesmo cenário encontrado em outras tantas salas de outro bloco, onde foram partidos dois vidros.Sete bancos de ferro foram retirados dos seus lugares e lançados por uma barreira, o mesmo acontecendo com diverso material escolar, tendo os desconhecidos autores deste acto de vandalismo deixado inscrições com palavras obscenas no pavimento do campo de basquetebol.Segundo a mesma fonte, os prejuízos ainda não foram calculados, admitindo-se que sejam superiores a 4 mil euros, estando elementos da Brigada de Investigação Criminal de Abrantes e uma equipa da inspecção judiciária do comando de Santarém a colher indícios para apurar a autoria do acto.Foi o presidente do conselho executivo da escola quem se deparou com aquele cenário, à hora de almoço de domingo, quando se dirigiu à escola para regar plantas de uma estufa, supondo os responsáveis do estabelecimento que os factos terão ocorrido durante a manhã desse dia, uma vez que existe vigilância nocturna até às 07h00.Conceição Colaço, vice-presidente do conselho executivo da escola, disse à Agência Lusa que as aulas foram retomadas normalmente no período da tarde de segunda-feira, apesar do incómodo que se sente no bloco seis, onde praticamente todos os vidros foram partidos.Confirmando que aparentemente nada foi roubado, Conceição Colaço disse ignorar qualquer outro acto desta dimensão na escola, apesar de pontualmente acontecerem situações de algum vandalismo, como vidros partidos.De facto na semana anterior, alguns vidros já tinham sido partidos à pedrada, mas nada comparado ao que se passou no domingo, dia 18. Supostamente os autores deste acto de vandalismo, entraram pelo lado do pavilhão, uma zona mais recatada e longe da via pública. A rede foi cortada, tanto da vedação, como de um pequeno portão de acesso.O MIRANTE/Lusa
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