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Um país desequilibrado

Grande Lisboa concentra um quarto do emprego nacional

Quase um quarto do emprego nacional situava-se em 2003 na Grande Lisboa, sub-região que concentra um terço da actividade produtiva nacional, de acordo com indicadores estatísticos divulgados recentemente.

Edição de 04.01.2006 | Economia
A zona da Grande Lisboa tinha em 2003 um Produto Interno Bruto (PIB) por pessoa que superava em 70 por cento a média nacional. Aliás, um terço da actividade produtiva (32,4 por cento do PIB) estava na Grande Lisboa.O “Retrato Territorial de Portugal” do Instituto Nacional de Estatística (INE) analisa ainda a distribuição regional do emprego a partir dos 55 anos em 2004.Metade da população dos 55 aos 64 anos estava empregada no ano passado, sendo o Centro e o Algarve as regiões com maiores taxas de emprego naquela faixa etária.No caso da região Centro, a taxa de 63 por cento de emprego a partir dos 55 anos deve-se sobretudo à forte presença do sector primário, “em que a agricultura de subsistência e pequeno latifúndio têm alguma expressão”.No Algarve, os elevados níveis de emprego na população sénior pode explicar-se pela forte presença do trabalho ligado ao turismo.O emprego nas actividades de tecnologias de informação e comunicação representavam, em 2003, 3,3 por cento a nível nacional, sendo a região de Lisboa a que mais se destacava (com 5,6 por cento).Amadora, Oeiras e Palmela são três concelhos da Área Metropolitana de Lisboa que se destacavam por terem mais de 10 por cento do emprego na área das tecnologias da informação e comunicação (actividades comerciais, serviços e fabricação de material).Quanto à posse de computadores, a região de Lisboa é aquela onde mais famílias (50 por cento) tinham computador em casa em 2004.Segue-se o Algarve (42 por cento), a região Centro (39 por cento), a Região Autónoma da Madeira (38 por cento), o Norte e Alentejo (com 37 por cento) e a Região Autónoma dos Açores (com 36 por cento).No que respeita à ligação à Internet, Lisboa e os Açores eram as únicas regiões com valores superiores à média nacional, que é de 26 por cento.Lusa

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